{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"20 Minutos: entrevistas ao vivo em Opera Mundi","title":"O QUE FAZER COM AS FORÇAS ARMADAS? - 20 Minutos Análise","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/0ae3752b\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":3269,"description":"O QUE FAZER COM AS FORÇAS ARMADAS? - 20 Minutos Análise\r\n\r\nA exoneração do então comandante do Exército, general Júlio Cesar de Arruda, por decisão do presidente Lula, abriu novo capítulo na relação do governo com as Forças Armadas. \r\n\r\nCom a intentona bolsonarista do dia 8 de janeiro, ficaram ainda mais explícitos os laços entre setores militares e a extrema-direita, colocando em xeque a própria disciplina dos quartéis frente ao poder civil.\r\n\r\nO general Arruda claramente havia acobertado a fuga de golpistas que participaram dos atentados contra a Praça dos Três Poderes, impedindo a ação da PM do Distrito Federal, que tinha ordem judicial para dissolver o acampamento diante do quartel-general do Exército em Brasília e prender seus integrantes. \r\n\r\nO governo preferiu contemporizar com  essa situação, mas logo adiante se veria diante de outra indisciplina do mesmo general: a recusa em cancelar a nomeação do tenente-coronel Mauro César Cid, principal ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, para comandar  o 1º Batalhão de Ações e Comandos, o 1º BAC, uma das unidades do temido Comando de Operações Especiais, com sede em Goiânia. \r\n\r\nFoi a gota d’água para a demissão de Arruda e sua substituição pelo general Tomás Ribeiro Paiva, que ocupava o Comando Militar do Sudeste, sediado em São Paulo, desde 2021.\r\n\r\nMas essa medida, segundo muitos analistas, está longe de resolver o problema real, qual seja, a tutela militar sobre as instituições, protegida por uma rede de mecanismos e privilégios legais praticamente desde a Guerra do Paraguai e a formação da República. \r\n\r\nEssa tutela teve diversos momentos. A fase mais aguda certamente foi durante a ditadura dos generais, entre 1964 e 1985, quando as Forças Armadas exerceram diretamente a direção do Estado. \r\n\r\nCom a redemocratização, retornaram a uma posição de retaguarda. Mas a partir de 2015, com a nomeação do general Eduardo Villas Boas para o comando do Exército, ainda durante o governo Dilma Rousseff, voltou...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5WBGvHodqND1w39U0bqeChUBEx5e_7gh1gAt73HY8Dw/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzkxNjkvMTY4ODQ5/NjEwMy1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}