{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Itatiaia Negócios","title":"Luiz França explica por que o Brasil ainda tem um enorme futuro no mercado imobiliário | Episódio #8","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/15954314\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1720,"description":" No oitavo episódio do Itatiaia Negócios Cast, Leonardo Bortoletto recebe Luiz França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), para uma conversa sobre o déficit habitacional brasileiro, crédito imobiliário, planejamento urbano e os desafios estruturais do setor. Logo no início da entrevista, França dimensiona o tamanho do problema habitacional no país. “O Brasil tem hoje um déficit de cerca de 6 milhões de moradias. E, nos próximos dez anos, ainda vai precisar construir mais 11 milhões de casas”, afirmou.Segundo ele, não se trata apenas de crescimento populacional, mas de uma dívida histórica com a população de baixa renda. “Grande parte desse déficit está concentrada em famílias que dependem diretamente de políticas públicas e de crédito subsidiado para conseguir uma moradia digna”, explicou. Ao falar sobre habitação popular, França foi categórico ao destacar o papel do crédito. “Sem crédito, não existe habitação popular.O Minha Casa Minha Vida é fundamental porque permite que a prestação caiba no bolso do trabalhador”, disse. O presidente da Abrainc também chamou atenção para o impacto dos juros altos sobre o setor imobiliário e a economia como um todo. “O crédito imobiliário no Brasil é caro. Enquanto a taxa de juros permanecer elevada, o crescimento será limitado e o acesso à casa própria ficará restrito”, avaliou. Para ele, a solução passa necessariamente pelo ajuste fiscal. “O governo precisa gastar menos. Isso é básico. Qualquer família faz isso quando aperta o orçamento. O Estado precisa fazer o mesmo para que a taxa de juros caia”, afirmou. Outro tema central da entrevista foi o planejamento das cidades. França defendeu modelos urbanos mais adensados e conectados aos eixos de transporte. “Construir perto do transporte público reduz deslocamentos, melhora a qualidade de vida e diminui a emissão de CO₂. O adensamento bem planejado é positivo”, destacou. Ao comentar a situação dos centros urbanos, ele apontou o retrofit...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/jlsAmn5RylhjebdL25fY-Eyq23ZKV4VvuLBOrJ31P8k/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9hYTRh/NjI2NTBkYmQyYWRh/YzQ0Yzg4ZTdlZGRk/MTRmYi5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}