{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Paulo Brant | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/18158044\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1655,"description":"Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.“Quando eu entrei...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}