{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Duda Salabert | Café com Política ","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/211a0d22\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2130,"description":"A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) fez um balanço do ano legislativo de 2025 e afirmou que a entrada da Câmara dos Deputados em recesso representa uma “vitória para o povo brasileiro”. Em entrevista ao Café com Política, a parlamentar avalia que o Congresso atravessa um dos piores momentos de sua história recente, marcado, segundo ela, por retrocessos, chantagens políticas e enfraquecimento da democracia.“O balanço é muito ruim. E ainda bem que a Câmara entrou em recesso. É a maior vitória que o Brasil teve, porque nesse período nenhum direito do cidadão vai ser retirado”, afirmou. Para a deputada, o ambiente no Legislativo se deteriorou a ponto de tornar a paralisação temporária uma forma de proteção social. “De dezembro até o começo de fevereiro, nenhum direito vai ser retirado, nenhuma legislação vai ser afrouxada”, completou.Ao avaliar a condução da Câmara, Duda Salabert classificou a gestão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), como “fraquíssima”. Segundo ela, a ausência de pulso firme abriu espaço para que grupos mais radicalizados passem a ditar o ritmo do Parlamento. “Hoje, quem grita mais alto leva vantagem. Isso é péssimo para a democracia e para o parlamento”, criticou. Na avaliação da deputada, a piora do cenário político tem relação direta com a presidência da Câmara. “Se hoje nós estamos piorando consideravelmente a política do Brasil, isso tem a digital do Hugo Motta”, pontuou. Sobre as eleições de 2026, a deputada federal demonstrou preocupação com a estratégia da direita, que, segundo ela, passa pelo controle do Senado. “O maior projeto político da ultradireita não é a presidência, é o Senado”, afirmou, ao defender que o campo democrático concentre esforços na disputa pelas cadeiras da Casa. Em Minas, Duda apontou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), como o principal nome progressista do Estado. “Quem defende a democracia tem que defender Marília Campos. Ela encarna hoje o grande nome da política democrática em...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}