{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Marília Campos | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/27635808\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2313,"description":"Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), descartou ser candidata ao governo do Minas e declarou apoio ao senador, Rodrigo Pacheco (PSD): “Torço para que ele aceite”, afirmou. Ao ser questionada sobre sua sucessão na prefeitura, Marília disse que ainda é cedo para discutir o tema e classificou como “arrogante” a ideia de que o prefeito deva escolher seu sucessor. A prefeita de Contagem também negou atritos com vereadores da base aliada e afirmou que \"não promete o que não pode cumprir\".Com quatro mandatos à frente da cidade, Marília destacou como prioridades de sua gestão a conclusão do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), previsto para 2026. A petista defendeu ainda a criação de um consórcio metropolitano para integrar o transporte público da Grande BH e criticou a ausência do governo Zema na articulação regional. No campo político, Marília criticou o impedimento  da deputada federal Dandara (PT) na eleição do diretório estadual do PT, avaliando que o partido saiu “arranhado” e “fragilizado”. A prefeita defendeu ainda um PT menos dogmático e com um discurso mais amplo: “Tem que dialogar com trabalhadores, empresários e agricultores”, afirmou. Apesar das divergências internas, Marília garantiu fidelidade partidária: “Já tive convites, mas nunca cogitei sair do PT”. ","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}