{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Por Portas e Janelas","title":"Por Portas e Janelas","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/340fdd75\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1825,"description":"AGRITECTURA. Saber-fazer da terra em arquitetura No penúltimo episódio, realizado com a Trienal de Arquitectura de Lisboa a partir do ciclo das Conversas et Al, damos a conhecer Tânia Teixeira, arquiteta do CRU, um atelier sediado em Montemor-o-Novo e integrado na Cooperativa Integral Minga. Apaixonada pelo ofício artesão, Tânia tem desenvolvido uma profunda investigação aliada a uma consistente experiência em construção com recurso a materiais e técnicas vernaculares. O convidado da sessão é Miguel Mendes, que centra a sua atividade em arquitetura ecológica. A terra foi utilizada enquanto material construtivo desde a fundação dos primeiros aglomerados humanos. Esta tertúlia é uma partilha da experiência em construção responsável que se propõe a contribuir para a difusão do conhecimento de práticas baseadas em saberes ancestrais que continuam a ser aplicadas. Os artefactos da sessão incluem um cubo de terra vertida e um manual para taipa, uma técnica de construção de muros monolíticos em terra ligeiramente humedecida, introduzida numa cofragem (taipal), compactada manualmente com um pilão ou por meios mecânicos. Estes objetos lançam a reflexão sobre a interrupção da transmissão do saber-fazer intergeracional devido à falta e desqualificação da mão-de-obra. Por outro lado, a investigação de novas formas de aplicação de materiais tradicionais como uma resposta à crise social e climática.Tânia tem trabalhado na revalorização destas técnicas através da rede Basehabitat, além de ter fundado a BIØN (Building Impact Zero Network), com iniciativas formativas para uma população jovem e adulta. A conversa estende-se ao público e discutem-se os diferentes tipos de certificação deste sistema construtivo. Para além dos certificados energéticos que permitem saber quão eficientes são os nossos edifícios dependendo da sua classificação (A, B, C, D, E, F e G), existem atualmente certificados mais completos. O objetivo é avaliar o desempenho energético destas construções e o nível...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5IpjJoNBe3LFGrIZziGKFI0GCXiHtdb8radtFe0KPdk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS81Y2I3/NjBkZDhjY2Q3MDVi/MTllZTM4NjFiN2Fl/OWM2OC5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}