{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Bruno Pedralva | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/3713bba3\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1762,"description":"Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}