{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Entre Olhares","title":"08. Miopia na prática: casos reais e quando fugir do protocolo","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/3b018d01\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2108,"description":"Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. www.strabpedia.com\n\n\nDESCRIÇÃO\n \"Eu vim do Google.\" Foi assim que uma mãe alta míope começou a consulta com a Dra. Júlia Rossetto, já sabendo exatamente o tratamento que queria para a filha de 12 anos — mesmo sem progressão documentada, mesmo fora do protocolo. Casos assim são o coração deste episódio, que dá continuidade ao anterior sobre controle de miopia na infância e mostra o que acontece quando a \"receita de bolo\" encontra a realidade do consultório.\nA Dra. Luisa Hopker abre com o caso de uma menina de 7 anos com -2,50 nos dois olhos, biometria de 24,24mm aos 8 anos e uma progressão de 1 dioptria em menos de um ano documentada nas prescrições anteriores. Um caso de “resposta de livro” à lente com defocus, incluindo aquela redução inicial da miopia e do comprimento axial que ainda causa estranheza em quem está começando. \nJá a Dra. Júlia traz a discussão delicada sobre prescrever fora do protocolo: como alinhar expectativa com a família, como documentar no prontuário e por que ela evita descrever efeitos colaterais em detalhes para não induzir queixas nas crianças.\nA conversa avança para uma atualização importante em atropina: por que a Dra. Luisa deixou de usar a 0,01% na maioria dos casos e hoje começa direto na 0,025% tanto em míopes quanto em pré-míopes, pra qual casos reservar a 0,05% e como fazer o desmame reduzindo concentração. \nEncerram com o novo bloco pessoal do podcast: a Dra. Júlia relembra o que aprendeu sobre paciência com a Dra. Hilda Capó no Bascom Palmer e conta como isso mudou sua conduta com uma paciente idosa com diplopia pós-catarata. A Dra. Luisa fala sobre como os anos de balé moldam até hoje sua cirurgia e sua relação com o palco — literal e figurado.\nE ainda:Como identificar e manejar o pré-míope antes que ele precise de óculosPor que documentar no prontuário sempre que a conduta foge do protocoloComo usar a...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/ySQ3mRoEqlb9Yv1JKOkzYrPdVD9Lp9tFNz0Xqfs18xc/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS83MTQx/NWUzN2UzNmE1NTA0/YzM4M2M3YWI4NWJi/ZTMxZS5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}