{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Interessa","title":"Beleza que, literalmente, não põe a mesa: colorido dos corantes artificiais pode custar caro à saúde","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/3c0bc7fb\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":3662,"description":"Eles deixam os alimentos mais bonitos, chamativos e, muitas vezes, irresistíveis - em especial, para a criançada. Mas esse apelo visual enorme esconde riscos igualmente grandes. Estudos da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, apontam ligações entre o consumo de corantes artificiais e o aumento de casos de hiperatividade, obesidade, diabetes e até câncer. Outras pesquisas também associam esses aditivos a transtornos de atenção em crianças com predisposição ao TDAH e comprometimento do desenvolvimento neurológico de fetos. Por conta de tudo isso, os EUA anunciaram a retirada gradual, até o fim do próximo ano, de seis dos oito corantes sintéticos ainda usados por lá, os mesmos presentes em balas, refrigerantes, cereais e molhos. A medida reforça o banimento anterior do Red 3 (ocorrida no governo de Joe Biden), abrindo espaço para alternativas naturais, como sucos de beterraba, melancia e cenoura para tingir os alimentos.Considerando que se trata do primeiro mundo e da influência dos EUA no mercado global, será que essa moda pega aqui no Brasil? Vamos entender as tendências com o médico cirurgião e nutrólogo, Diego Torrico, convidado do Interessa. ","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/8KxCi-hCt_9XeXKDsh17Qmtqfqb-Ju4MjmEcbLlgDN8/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzU3LzE3MDY5/MDg3NDgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}