{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"20 Minutos: entrevistas ao vivo em Opera Mundi","title":"LUIZ GONZAGA BELLUZZO: NOVA REGRA FISCAL AJUDA CRESCIMENTO DA ECONOMIA? - Programa 20 Minutos","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/405f09ed\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":4481,"description":"LUIZ GONZAGA BELLUZZO: NOVA REGRA FISCAL AJUDA CRESCIMENTO DA ECONOMIA? - Programa 20 MinutosO ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou na última quinta-feira, dia 30 de março, o chamado novo arcabouço fiscal. Trata-se de um conjunto de regras cujo objetivo principal é produzir resultados primários positivos – receitas governamentais maiores que as despesas antes do pagamento de juros devidos pela União – e, portanto, levar a uma tendência declinante da relação entre a dívida pública e o PIB. De acordo com a equipe econômica, a regra apresentada permitiria alcançar bons resultados primários salvaguardando as despesas necessárias – gastos e investimentos públicos – para reconstruir o Estado, debilitado pelos seis anos da regra fiscal vigente, a do teto de gastos, que impedia o aumento anual das despesas acima da correção inflacionária.De quebra, o governo Lula parece apostar que uma política fiscal voltada para produzir resultados primários positivos e diminuir o peso da dívida interna poderia levar à redução da taxa básica de juros, atualmente determinada por um Banco Central independente. Com menores incertezas sobre a disponibilidade financeira do Tesouro em honrar compromissos com o pagamento de juros, os grandes fundos de investimento aceitariam taxas mais baixas para adquirir títulos da dívida.Ainda segundo a previsão do Ministério da Fazenda, um ambiente que favorecesse a redução gradual da taxa de juros aliviaria também a própria dívida pública, pois chegaria o momento no qual o resultado primário, além de permitir a liquidação desses juros, também seria capaz de ir amortizando o valor principal da dívida. De quebra, a queda dos juros, eventualmente viabilizada pela política fiscal, retiraria lucratividade da atividade rentista e baratearia o crédito, animando os capitalistas a investir mais em produção e geração de empregos. O capital privado, nessa conta, poderia ser um motor fundamental para o crescimento econômico, de forma autônoma ou através...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5WBGvHodqND1w39U0bqeChUBEx5e_7gh1gAt73HY8Dw/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzkxNjkvMTY4ODQ5/NjEwMy1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}