{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Interessa","title":"Lealdade invisível: amar os pais não significa repetir a história deles!","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/4401146e\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":3731,"description":"Amar pai e mãe não impede a lucidez de reconhecer: talvez a gente não queira viver como nossas mães viveram, nem amar como nossos pais amaram. Dá pra sentir gratidão e, ao mesmo tempo, cansaço. Reconhecer o esforço, mas perceber que faltaram presença, cuidado emocional, escuta e descanso.Muitas mães aprenderam que amar era resistir. Sustentar tudo, aguentar calada, colocar todo mundo à frente de si. Muitos pais vieram de uma geração que confundia trabalho com afeto e silêncio com força. Foi nesse cenário que, sem perceber, aprendemos o que seria “o amor possível”.A psicologia chama isso de lealdade invisível: uma força silenciosa que nos empurra a repetir histórias para continuar pertencendo. Mesmo quando juramos que faríamos diferente, antigos roteiros aparecem na forma como nos relacionamos, escolhemos parceiros e lidamos com frustração.Romper não é simples. Às vezes parece ingratidão desejar uma vida mais leve do que a deles. Mas é necessário. Dá pra amar os pais e querer outro destino. A pergunta é: como reconhecer esses padrões? Como fazer diferente sem culpa? E como assumir o protagonismo da própria história sem transformar os pais em vilões?","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/8KxCi-hCt_9XeXKDsh17Qmtqfqb-Ju4MjmEcbLlgDN8/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzU3LzE3MDY5/MDg3NDgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}