{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Observatório Feminino","title":"Podcast debate sobre caneta emagrecedora brasileira e adolescente vítima de estupro coletivo","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/48536f9b\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1287,"description":"No episódio desta semana, o Observatório Feminino debate dois assuntos bastante comentados nos últimos dias. O primeiro deles é sobre a Ozivy, a primeira caneta de semaglutida brasileira aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O medicamento já está disponível nas farmácias das capitais e deve chegar a todo o país até julho.\nA Ozivy já apresenta uma faixa de preços mais em conta em comparação com as outras canetas disponíveis no mercado. De acordo com a empresa, cada caneta vai custar R$ 452.\n\nNo entanto, há um plano de tratamento em que, para os primeiros três meses, as canetas com doses suficientes para o tratamento de 90 dias vão custar R$ 863,23. Isso faz com que, na média, o paciente tenha um custo mensal de R$ 287 com as doses iniciais.\nOutro tema debatido pela bancada é o caso da adolescente de 17 anos que denunciou ter sido vítima de estupro coletivo no bairro Arvoredo, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte.\nSegundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a adolescente aproveitou a ausência da mãe e convidou um grupo de amigos para um churrasco. Nove pessoas participavam da confraternização, todas com cerca de 17 anos.\nPor volta das onze da noite, as amigas foram embora, restando na residência apenas a vítima e quatro adolescentes. Neste momento, ela acredita que algum deles colocou alguma substância na bebida dela, já que ela perdeu a consciência.\nDe acordo com a jovem, ela acordou sem roupas e flagrou três dos quatro adolescentes abusando dela. Ainda segundo a jovem, apesar de o quarto adolescente — um amigo de infância — não estar presente no momento do abuso, ele admitiu por mensagens que teria participado do ato, mas se arrependeu e saiu do quarto antes que ela acordasse.\nA Polícia Civil de Minas Gerais  (PCMG) investiga o caso, que está sob sigilo.\nPara debater os assuntos, participam do podcast a cirurgiã bariátrica especializada em cirurgia do aparelho digestivo, Carolina Trancoso, e a delegada Carolina...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/Ax2R2Lf3wNWT4dUTf9FoA9NqvPHC_H5iLCy8sgYks9s/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzY0NTYvMTcwNTUw/MDc4MC1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}