{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Observatório Feminino","title":"A presença das mulheres nos reinados e congados em MG | Observatório Feminino","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/48ae9ceb\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1239,"description":"O Observatório Feminino deste domingo (30) fala sobre uma parte importante da nossa cultura popular. Todas as comunidades possuem ritos, costumes, passados de geração em geração e marcam a vida das pessoas. Podem ser ritos relacionados a alguma questão familiar ou também à religião.Se você pensar, por exemplo, em algumas comunidades do interior de Minas e nas festas religiosas, vai lembrar das festas de reinado e congado. Mas elas ocorrem não apenas no interior, pelo contrário, aqui na capital a gente tem diversas comunidades envolvidas com esses ritos.E a presença feminina nos reinados e congados vem crescendo nas últimas décadas, com as mulheres ocupando cargos na hierarquia religiosa administrativa, espaço que era destinado apenas a homens. É a tradição se transformando para seguir as mudanças da sociedade.Para registrar essa tradição, e o papel das mulheres nesse cenário, o livro \"Mulheres Reinadeiras: rainhas, capitãs e cozinheiras de Irmandades do Rosário de Belo Horizonte\", lançado neste mês de abril, traz o perfil de 13 mestras dos reinados e congados da capital.O Observatório Feminino recebe uma dessas mulheres retratadas no livro, a rainha conga Kelly Simone da Cruz Conceição Santos, e a jornalista e escritora Júlia Moysés. ","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/Ax2R2Lf3wNWT4dUTf9FoA9NqvPHC_H5iLCy8sgYks9s/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzY0NTYvMTcwNTUw/MDc4MC1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}