{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"20 Minutos: entrevistas ao vivo em Opera Mundi","title":"LADISLAU DOWBOR: POR QUE OS BANCOS APLAUDIRAM NOVA REGRA FISCAL? - Programa 20 Minutos","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/51add944\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":4374,"description":"LADISLAU DOWBOR: POR QUE OS BANCOS APLAUDIRAM NOVA REGRA FISCAL? - Programa 20 MinutosO economista Ladislau Dowbor estará no 20 MINUTOS desta sexta-feira (21/04) para explicar porque os bancos aprovaram a nova regra fiscal proposta pelo governo Lula. O grande debate econômico continua a ser o projeto de nova regra fiscal, recentemente apresentado pelo governo ao parlamento. Apesar de ser um tema complicado, a maneira de organizar as contas públicas afeta todos os cidadãos e classes sociais. Do ordenamento fiscal dependem a saúde, a educação e os demais serviços públicos, bem como os investimentos que o Estado fará ou deixará de fazer para estimular a economia. Também os lucros dos capitalistas, especialmente os do setor financeiro, em certa medida são determinados pelos impostos e pelos gastos públicos.Diz a história que, na maioria das vezes, governos de direita reduzem impostos para os ricos e as empresas, ao mesmo tempo em que gastam menos porque sua aposta é ampliar ao máximo o espaço para o capital privado, que seria a locomotiva do desenvolvimento, tendo o Estado como força auxiliar.Governos de esquerda, por sua vez, aumentam tributos sobre milionários e grandes corporações, para compensar a redução de impostos sobre os trabalhadores e poderem expandir as fontes de custeio e investimento do Estado, pois consideram essa intervenção pública a principal ferramenta para enfrentar a concentração de renda e riqueza, permitindo que a economia se desenvolva com vigor e justiça social.O governo Lula, por diversas razões, está discutindo antes a forma de gastar, que é determinada pela tal regra fiscal, do que o modo de arrecadar, que será decidido quando for aprovada a reforma tributária. De todo jeito, houve certa surpresa quando a Federação Brasileira de Bancos, a Febraban, difundiu nota elogiando a proposta fiscal apresentada pelo Ministério da Fazenda. Seria o projeto do ministro Fernando Haddad um plano tão genial que contornaria o conflito entre as classes,...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5WBGvHodqND1w39U0bqeChUBEx5e_7gh1gAt73HY8Dw/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzkxNjkvMTY4ODQ5/NjEwMy1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}