{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Entre Olhares","title":"11. Sutura ajustável na prática: da escolha do paciente ao nó","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/61432f97\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2217,"description":"Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. www.strabpedia.com\nDESCRIÇÃO\n \"Não fica tentando me distrair só pra eu ficar mais confortável, porque eu sei o que você tá fazendo.\" A frase, dita por um paciente durante uma consulta, poderia ser muito bem empregada no meio da cirurgia com anestesia tópica e resume o nível de consciência — e de parceria — que a sutura ajustável exige. É uma técnica que não perdoa improvisação: escolha errada de paciente, equipe desalinhada ou planejamento frágil e o desconforto vira caos. Mas quando tudo se encaixa, o resultado é difícil de bater.\nNeste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincharam cada etapa da cirurgia ajustável single-stage (SSASS) como fazem no dia a dia. Começam pela seleção do paciente, o teste do cotonete, os sinais durante o exame que já mostram quem vai tolerar e quem não vai e por que adultos jovens motivados e idosos com exotropia adquirida são os melhores perfis para começar. Passam pela hierarquia de dor entre os músculos (reto lateral quase indolor, verticais bem mais desconfortáveis) e pela dica prática de pedir ao paciente que olhe na direção oposta ao músculo operado para relaxar a tração.\nA anestesia ganha um bloco inteiro: propofol e fentanil como base, o papel da pré-medicação venosa (ondansetrona, dipirona, dexametasona e tramadol), a quetamina em dose baixa com cuidado pelo risco de nistagmo e o score de Ramsey 3 como alvo. A Dra. Júlia conta como construiu a parceria com sua anestesista, das primeiras cirurgias em que o despertar demorava até o ponto atual em que é quase imediato. A Dra. Luisa detalha sua técnica de nó e como usa o cover test deitado como triagem antes de decidir se senta o paciente.\nA conversa ainda passa pela experiência da Dra. Júlia com a Dra. Capó no Bascom Palmer, que opera em dois tempos e ajusta no consultório. Pelo conceito de exodrift e por que deixar o paciente em leve...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/ySQ3mRoEqlb9Yv1JKOkzYrPdVD9Lp9tFNz0Xqfs18xc/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS83MTQx/NWUzN2UzNmE1NTA0/YzM4M2M3YWI4NWJi/ZTMxZS5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}