{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Romeu Zema  | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/61bda7c0\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1379,"description":"O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que sua eventual candidatura à Presidência se diferencia da do senador Flávio Bolsonaro (PL) principalmente pela independência política e pelas posições que diz adotar com mais firmeza em relação a temas institucionais. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Zema disse que o Partido Novo, legenda à qual é filiado, tem uma linha mais coerente do que outras siglas da direita. “Eu venho de um partido pequeno que é totalmente coerente. Se você olhar as votações lá na Câmara Federal, você vai ver que o Novo vota 100% em determinadas pautas. O PL parece que tem de tudo lá dentro”, afirmou.Zema também descartou a possibilidade de abrir mão da candidatura para compor como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não recebeu convite formal nesse sentido. Segundo ele, a tendência é que os nomes da direita disputem o primeiro turno separadamente. “Já houve diversas notícias que eu teria sido convidado para ser vice do Flávio Bolsonaro. Não houve nenhum convite formal e nem deve haver, porque eu tenho sido muito incisivo. Eu serei pré-candidato e candidato até o final”, afirmou. Apesar disso, o governador disse acreditar em convergência no segundo turno. “Caso algum deles vá para o segundo turno contra o PT, eu estarei junto.”Durante a entrevista, o governador também fez críticas duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou integrantes da Corte de utilizarem o cargo para benefício pessoal. Sem citar diretamente todos os nomes, Zema afirmou que parte dos ministros estaria envolvida em interesses privados. “Primeiro, eu acho que tem ministros que estão lá para enriquecer, para fazer negócio e não para poder olhar o interesse do povo brasileiro”, disse.O governador também respondeu a críticas do ministro Gilmar Mendes, que questionou o fato de Zema criticar o Supremo ao mesmo tempo em que o governo mineiro recorre ao tribunal para resolver disputas, inclusive fiscais. Zema negou qualquer tipo...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}