{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Entre Olhares","title":"06. Exotropia Sensorial: quando e como indicar a cirurgia","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/65732ab4\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":849,"description":"Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. www.strabpedia.com DESCRIÇÃO\"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa.\" A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.E ainda:Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgiaEntenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbiPor que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática PARTICIPANTESDra. Júlia Dutra Rossetto  - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. https://go.bdg.fm/ldJBisDra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição....","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/ySQ3mRoEqlb9Yv1JKOkzYrPdVD9Lp9tFNz0Xqfs18xc/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS83MTQx/NWUzN2UzNmE1NTA0/YzM4M2M3YWI4NWJi/ZTMxZS5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}