{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Observatório Feminino","title":"O interesse das mulheres pelas narrativas do True Crime | Observatório Feminino","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/6a403fd4\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1286,"description":"O True Crime - histórias reais de crimes - virou um dos gêneros favoritos do público brasileiro e só cresce, seja na TV, nas plataformas de áudio ou no streaming, como a Netflix. E tem um detalhe importante: são as mulheres que lideram esse movimento. No Spotify, elas produzem a maior parte dos programas e representam 75% da audiência. Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que o dobro de mulheres consome True Crime em relação aos homens.\nNo YouTube, Jaqueline Guerreiro — dona do maior canal brasileiro sobre o tema — tem 87% do público feminino. E no TikTok, criadoras como Giulia Carvalho somam milhões de seguidores e bilhões de visualizações na hashtag #truecrime.\n \nMas por que nós, mulheres, nos interessamos tanto por essas narrativas? Especialistas apontam que existe uma busca por compreensão e proteção. Mulheres são maioria entre as vítimas de violência no mundo — e conhecer essas histórias é uma forma de tentar entender como, por quê e quando a violência acontece.\nPra gente falar sobre esse assunto quem está conosco no Observatório hoje é a criminóloga e professora de Inteligência Criminal, Cláudia Pádua. ","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/Ax2R2Lf3wNWT4dUTf9FoA9NqvPHC_H5iLCy8sgYks9s/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzY0NTYvMTcwNTUw/MDc4MC1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}