{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Mateus Simões | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/706b2fe8\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2340,"description":"O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}