{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Paredes São de Vidro","title":"Nova temporada do Paredes São de Vidro: Como o STF ultrapassou os limites de seus poderes?","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/71ca73cc\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":160,"description":"O podcast Paredes São de Vidro estreia sua terceira temporada na próxima semana com um caso que ilustra como o Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou um protagonista na história do país. A ideia inicial era comparar o Supremo de 30 anos atrás com o atual, por meio de decisões, mas isso esbarraria em uma questão técnica: há três décadas não havia nem TV Justiça, nem Rádio Justiça. As sessões do Supremo não eram televisionadas ou gravadas. Mas um caso específico mudou o rumo do roteiro e tornou possível mostrar como o STF saiu de coadjuvante para o que é hoje.\"Sabe aquele exemplo que se encaixa perfeitamente em tudo o que você precisa descrever? Pois é. Era este caso. Um caso digno de abrir essa nossa temporada\", conta no teaser da nova temporada Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do JOTA e apresentador e produtor-executivo do Paredes São de Vidro. \"O caso? O Estado Brasileiro versus… uma criança\", completa.O caso, inclusive, ganhou um novo contorno com o podcast. \"Descobrimos que essa história, aparentemente encerrada, estava, na verdade, à espera de um ponto final. Foi aí que percebemos que estávamos mexendo em feridas que ainda não estavam curadas. E nossa equipe, sem querer, acabou mudando o rumo dessa história de uma maneira irreversível\", diz Recondo.“Nesta temporada, queremos mostrar que o Supremo que temos hoje não surgiu de forma espontânea. Ele é resultado de um processo histórico de transformações institucionais ao longo do tempo, além de escolhas feitas pelo próprio tribunal, influenciadas pelo perfil de seus ministros e pelas provocações vindas do Congresso, da sociedade, da opinião pública e dos demais Poderes. O Supremo não chegou até aqui sozinho; o que vemos hoje reflete essa interação contínua com outros Poderes e com a sociedade, assim como as decisões institucionais do tribunal e de seus integrantes\", detalha.Uma pergunta é condutora desta temporada: como o Supremo se tornou o que é hoje? \"Acho que todo mundo, olhando para o Supremo hoje,...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/-tMFaCGCtA-G7JhxJCtDJtfxVTCfwFiCoREnKFmP_EQ/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9mNjll/YTBhZjMyNjY5Yjg3/NDI1ZmYxYTJkYzVi/ZDAzMy5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}