{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Canary Cast","title":"Construindo no Whatsapp, com Guilherme Horn e Luiz Ramalho","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/7e3fa324\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":3427,"description":"Bastam poucos segundos no Brasil para perceber que o WhatsApp está em todo lugar. Cerca de 150 milhões de usuários, 93% deles abrindo o app todos os dias e 82% das micro e pequenas empresas usando o WhatsApp como principal ferramenta de comunicação. Para quem constrói, é o caminho mais curto entre um produto e um cliente, e cada vez mais é onde acontecem negócios, relações e transações.\n\nNeste episódio, Bel Gallera conversa com duas pessoas que olham para a mesma plataforma de lugares diferentes. Guilherme Horn lidera o WhatsApp no Brasil, na Índia e na Indonésia. Luiz Ramalho é fundador e CEO da Magie, a primeira empresa a construir um assistente financeiro com inteligência artificial dentro do WhatsApp no Brasil, e que hoje ajuda grandes bancos e instituições financeiras da América Latina a criar esse mesmo tipo de experiência para os seus próprios clientes.\nO episódio explora como o Brasil se tornou um dos principais mercados de WhatsApp do mundo e por que estamos entre os primeiros em intensidade de uso e engajamento. Guilherme analisa o que torna o comportamento do brasileiro diferente e como ele se compara aos outros mercados que acompanha. Ele fala das razões culturais por trás disso, do que significa, para a Meta, desenhar um único produto para três bilhões de pessoas em 200 países, e para onde a plataforma caminha com os lançamentos mais recentes: o Meta Business Agent, a Agent Platform, os usernames e a tendência dos agentes pessoais, que pode mudar a forma como as pessoas compram e se relacionam com todo tipo de empresa.\nLuiz conta como é estar do outro lado, construindo em cima da plataforma desde o início de 2024. Ele explica por que escolheu o WhatsApp em vez de um app quando isso ainda não era óbvio, o que aprendeu observando como as pessoas realmente se comportam quando pagamento e conversa acontecem no mesmo lugar, e como essa leitura continuou valendo quando a Magie deixou de atender só o consumidor final e passou a atender instituições. Ele...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/wUL3mT_sUQLuZc49OFe--bi-wq2hdZYO5iDamNtfnv0/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS8yODIw/OTBmYzc3MjUzMzli/ZjZkYWRkMjZkNjMz/N2NjMy5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}