{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Marília Campos | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/7ec367a3\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2130,"description":"Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que está à disposição do partido para disputar uma vaga no Senado em 2026, mas deixou claro que a decisão depende de uma série de condições políticas. Entre elas, o apoio do PT, uma definição clara da estratégia eleitoral em Minas Gerais e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a prefeita, o prazo para essa definição é até o fim de fevereiro.Marília destacou que sua eventual candidatura não é automática. Ela afirmou que não reivindica a vaga, mas que está aberta ao debate, desde que haja tempo hábil para organizar a saída da prefeitura e construir uma candidatura sólida dentro do partido. A prefeita também ressaltou que ainda não houve uma conversa direta com Lula sobre o tema.Ao comentar o cenário interno do PT em Minas, Marília criticou a indefinição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), que é citado como um dos principais nomes para a disputa em 2026. Segundo ela, a falta de posicionamento tem dificultado o planejamento do partido no Estado. A prefeita afirmou que o PT acabou “dando chá de cadeira” enquanto aguardava uma definição de Pacheco.A prefeita também avaliou outras possibilidades colocadas no debate político mineiro. Sobre a reitora da UFMG, Marília afirmou que o nome surgiu sem o preparo necessário para uma disputa eleitoral desse porte. Na mesma linha, ela minimizou as chances de uma candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, avaliando que nomes lançados sem construção política prévia tendem a enfrentar dificuldades.Para Marília, o PT precisa apostar em candidaturas com trajetória, densidade eleitoral e capacidade de diálogo com a sociedade mineira. Segundo ela, o partido deve definir com clareza suas prioridades para a disputa ao governo de Minas e ao Senado, evitando improvisações.Durante a entrevista, a prefeita também entrou no debate nacional sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Marília afirmou que não vê...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}