{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"20 Minutos: entrevistas ao vivo em Opera Mundi","title":"LEONARDO BOFF: A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO ESTÁ VIVA? - 20 Minutos Entrevista","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/7edda1e4\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":6677,"description":"LEONARDO BOFF: A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO ESTÁ VIVA? - 20 Minutos Entrevista\r\n\r\nO escritor Leonardo Boff estará no programa 20 MINUTOS ENTREVISTA com Breno Altman desta sexta-feira (10/06) para discutir sobre a Teologia da Libertação, movimento social que surgiu no seio da Igreja Católica nos anos 60, que tem no teólogo uma figura de referência. Imperdível! É às 11h, ao vivo, nos canais de Opera Mundi.\r\n\r\nLeonardo Boff nasceu em Concórdia, Santa Catarina. Cursou Filosofia em Curitiba-PR e Teologia em Petrópolis-RJ. Doutorou-se em Teologia e Filosofia na Universidade de Munique-Alemanha, em 1970. Ingressou na Ordem dos Frades Menores, franciscanos, em 1959. É doutor honoris causa em Política pela universidade de Turim (Itália) e em Teologia pela universidade de Lund (Suécia), tendo ainda sido agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, por causa de sua luta em favor dos fracos, dos oprimidos e marginalizados e dos Direitos Humanos.\r\n\r\nEsteve presente nos inícios da reflexão que procura articular o discurso indignado frente à miséria e à marginalização com o discurso promissor da fé cristã gênese da conhecida Teologia da Libertação. Foi sempre um ardoroso defensor da causa dos Direitos Humanos, tendo ajudado a formular uma nova perspectiva dos Direitos Humanos a partir da América Latina, com “Direitos à Vida e aos meios de mantê-la com dignidade”.\r\n\r\nEm 1984, em razão de suas teses ligadas à Teologia da Libertação, apresentadas no livro “Igreja: Carisma e Poder”, foi submetido a um processo pela Sagrada Congregação para a Defesa das Fé, ex Santo Ofício, no Vaticano. Em 1985, foi condenado a um ano de “silêncio obsequioso” e deposto de todas as suas funções editoriais e de magistério no campo religioso. Em 1992, sendo de novo ameaçado com uma segunda punição pelas autoridades de Roma, renunciou às suas atividades de padre e se auto-promoveu ao estado leigo. Continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista nos mais diferentes...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5WBGvHodqND1w39U0bqeChUBEx5e_7gh1gAt73HY8Dw/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzkxNjkvMTY4ODQ5/NjEwMy1hcnR3b3Jr/LmpwZw.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}