{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Leninha | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/88766de9\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1882,"description":"A deputada estadual Leninha (PT) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a necessidade de unir o PT após a disputa pelo diretório estadual. Para a parlamentar, eleita como nova presidente do partido em Minas Gerais, é hora de “baixar a poeira” e construir uma composição. “O mais importante, na minha avaliação como presidenta do PT, é que as pessoas que venham, venham somar. Não podemos ter postura de boicote”, afirmou a deputada.Durante a entrevista, Leninha afirmou ainda que a ausência de representantes do PT mineiro no primeiro escalão do governo Lula foi consequência da falta de unidade da sigla no estado. “A Macaé hoje está lá, mas é um mérito dela, não do partido. [...] Minas Gerais ficou de fora — coisa que nunca aconteceu em governos anteriores.”Questionada sobre alianças e a necessidade de negociações no Congresso, a deputada reconheceu que o ideal seria não depender do Centrão, mas ponderou que a realidade da governabilidade exige equilíbrio. “O Centrão sempre esteve presente na política. A gente deveria banir o Centrão. Mas, em nome da governabilidade, [...] você recua, você avança”, analisou.Sobre as eleições de 2026, Leninha garantiu que o PT de Minas Gerais pretende disputar espaço na chapa majoritária. Para a nova presidente da sigla no estado, ainda falta uma sinalização do senador Rodrigo Pacheco sobre sua disposição em disputar a eleição. “A gente percebeu que há sinais mais visíveis de que ele topa vir disputar o governo de Minas. Mas nós precisamos confirmar essa posição dele”, pontuou.Caso a candidatura de Pacheco não se concretize, Leninha avalia que o PT tem nomes fortes para liderar um projeto majoritário. “Se não for com o Pacheco, vamos iniciar o processo de discussão sobre o nome que a gente vai trabalhar.” Ela cita Marília Campos, Margarida Salomão, Reginaldo Lopes e Patrus Ananias como alternativas.A deputada também falou sobre a possibilidade de ampliação da federação entre PT, PCdoB e PV. Segundo ela, há conversas em andamento...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}