{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Tempo Hábil","title":"A vocação belo-horizontina para coxinha","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/8f8fa459\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1590,"description":"Para agradar um irmão, a cozinheira Thereza Cristina de Oliveira, dona da tradicional lanchonete Doce Docê, que ficava na avenida Afonso Pena, criou a coxinha com catupiry. Isso foi no início dos anos 1970. De lá pra cá, a receita se espalhou pelo país, a loja fechou, reabriu em outro endereço e outras coxinhas tão deliciosas quanto essa surgiram em BH.\r\nNeste episódio, o escritor e jornalista Humberto Werneck e o jornalista gastronômico Nenel Neto, do Baixa Gastronomia, discutem a relação afetiva que temos com a coxinha, e defendem que Belo Horizonte tem vocação para o salgado. Além deles, Adriana Lima, sócia da nova unidade da Doce Docê, conta a história da criação da coxinha com catupiry e da reabertura da loja.","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/JAMJ6efsRgL_IWckHII1FeXWeuP0sLX1TVshaUsstlw/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5NDEwLzE3MDcx/MzQ2NTEtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}