{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Bella Gonçalves | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/9fb581f0\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1592,"description":"A deputada estadual Bella Gonçalves (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (2/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que a decisão de deixar o PSOL e se filiar ao PT foi motivada por uma avaliação estratégica sobre o papel das forças de esquerda no país. Segundo a parlamentar, o PT oferece melhores condições de enfrentamento à direita e maior capilaridade territorial.“Essa foi uma decisão muito debatida com o grupo político do qual eu faço parte, e a gente compreende que hoje o PT está mais bem posicionado no enfrentamento à extrema direita e também na discussão sobre o que será o futuro da esquerda”, pontuou.Segundo a deputada, a estrutura do PT foi determinante para a escolha. “O que o PT tem de bom? Eu acho que o tamanho e a capilaridade. Eu acho que o PT existe em quase todas as cidades de Minas Gerais e do Brasil, tem uma militância muito robusta, uma militância popular e de movimentos sociais”, avaliou a parlamentar, que negou qualquer ruptura com o PSOL. “Eu não saí com nenhuma mágoa, muito pelo contrário. Liguei para o presidente nacional, para o presidente estadual, conversei com as minhas amigas que ficam no partido. Eu amo o PSOL e vou defender o PSOL sempre”, afirmou.Deputada aposta em base de Lula para “entregar coisas reais”Ao comentar a possibilidade de deixar a atuação tradicional na oposição para integrar a base do governo federal em uma eventual disputa à Câmara dos Deputados, Bella afirmou que vê no novo cenário a chance de ampliar resultados concretos para a população. Hoje atuando em bancadas de oposição, a deputada disse que a mudança pode permitir avanços mais efetivos.Segundo ela, a experiência na oposição é importante, mas tem limitações. “Não que eu ache pouco importante o trabalho que eu faço na Assembleia. A gente tem sido ponta de defesa das estatais, de defesa dos direitos sociais. Mas resistir, resistir e resistir precisa também ceder lugar para a gente construir projetos de esperança”, avaliou.Para...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}