{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Carol Caram  | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/a303a79f\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1639,"description":"A deputada estadual Carol Caram (Avante) criticou, em entrevista ao Café com Política, a recente declaração do governador Romeu Zema (Novo) de que a ditadura é “questão de interpretação”. A parlamentar, que é da base do governo na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), ainda defendeu o referendo popular para privatização de Cemig e Copasa. A proposta de Emenda à Constituição (PEC) para quebrar o referendo popular exigido para as privatizações das estatais estará na pauta do legislativo nesta sexta-feira (13/6). \"A constituição é clara, a população deve decidir\", avaliou Carol Caram. Questionado sobre corte de gastos no judiciário, a deputada defende equilíbrio fiscal do Estado, mas fez ressalvas a cortes no judiciário: 'cada setor tem a sua defesa'. Sobre as eleições de 2026, a parlamentar afirmou que seu partido, o Avante, ainda não definiu as alianças para o pleito do próximo ano. Ela, contudo, disse que deve apoiar a reeleição do vice-governador Mateus Simões (Novo) para o Palácio Tiradentes. \"O Avante é um partido muito democrático\", avaliou. ","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}