{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"DrauzioCast","title":"DrauzioCast #021 | Repouso e dor ciática","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/ab34ba2a\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":151,"description":"Segundo estudo, apesar de parecer a medida mais adequada, ficar em repouso não diminui a intensidade nem a duração da dor ciática. Saiba mais.\n \nA prática de cair de cama por causa de dor nas costas — a chamada dor lombar baixa — foi abalada por uma série de estudos que deixaram claro que ficar deitado não diminui a intensidade nem a duração do quadro de dores nas costas.\nUm grupo de pesquisadores holandeses estendeu essa conclusão para os casos de dores ciáticas. Neste estudo consideraram como ciática a dor com pelo menos duas das seguintes características:\n\n* Dor que se irradia da coluna lombar para a parte posterior da coxa e perna;\n* Aumento da dor na perna com a tosse, espirro ou estiramento da coluna;\n* Diminuição da força muscular na perna;\n* Perda de sensibilidade ou diminuição dos reflexos na região afetada;\n* Aumento da dor com a manobra de elevar o membro inferior esticado, com o paciente deitado — você deita e leva o membro inferior lá para cima.\n\nO trabalho avaliou a resposta de 183 pessoas com dor ciática, divididas em dois grupos: repouso ou atividade. Neste caso, entende-se por repouso o fato de permanecer deitado o dia todo — de lado, com um travesseiro sob a cabeça — e só sair para o banho e as necessidades durante duas semanas; a metade que permaneceu ativa foi orientada para sair da cama sempre que a dor permitisse, mas sem estirar a coluna, para evitar que ela [a dor] aumentasse. Se conseguisse, podia voltar ao trabalho.\nDepois de duas semanas, 70% do grupo em repouso e 65% dos que se mantiveram em atividade melhoraram; a diferença foi insignificante. Depois de 12 semanas, 85% dos doentes de cada grupo estavam melhor. As avaliações de intensidade da dor; o uso de analgésicos; outros sintomas; a função do membro acometido; e a necessidade de cirurgia e de falta no trabalho foram idênticas nos dois grupos.\nA conclusão é a seguinte: em caso de dor ciática, assim que os sintomas permitirem, não faz diferença voltar gradativamente à atividade...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/m9Vos9DIaq4TKHWItAC3MP8tRf9y_2vIMFy61V2fte0/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS84MjNh/MGMxNjFiZDRjNzQ3/ZWE5ZWRiZTdjOTU4/N2Q2My5qcGVn.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}