{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"O Olhar do CFO","title":"O Olhar do CFO #50: A conta do clima já chegou, ela só não veio com esse nome","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/ac144b05\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1782,"description":"Pergunte hoje ao seu controller quanto a sua empresa gastou com clima no ano passado. Ele vai abrir a planilha, rolar até o fim e dizer a verdade: não existe essa linha.\nE ele estará certo. Não há rubrica chamada clima em plano de contas nenhum. O que existe é energia elétrica, prêmio de seguro, frete, manutenção, perda de estoque, parada não programada, despesa financeira. O clima não emite nota fiscal, e por isso nunca aparece na contabilidade com o próprio nome.\nNeste episódio, parto de dois fatos deste ano para mostrar o tamanho desse ponto cego. A pesquisa da CNI que revela a energia como principal insumo de 79% das indústrias brasileiras, e a decisão da CVM que revogou a obrigatoriedade do relatório de sustentabilidade e clima para companhias abertas, deslocando o tema do dever de relatar para o dever de explicar.\nProponho uma auditoria reversa: em vez de perguntar qual é a nossa pegada de carbono, perguntar em que linhas do nosso resultado o clima já aparece, e sob que nome. Porque uma empresa que não sabe onde paga pelo clima não controla a própria margem. Isso não é performance, é sorte com aparência de gestão. E sorte não é projeto.\nLeia a edição completa e assine a Decantar, gratuitamente, em decantar.alexandredesalles.com.br\nVamos construir negócios que perdurem.","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/5yT4RzB7l98luKBYEGgl8jlqeH5OQZCTm25NgD0pZOg/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9jNjMy/ZjMwYzBiYWRkODMx/OTAzYzk3YTZhMmVk/NTJjNC5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}