{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"90 Segundos de Rio de Janeiro","title":"A falta de um líder político no Rio","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/ad62d305\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":91,"description":"A morte de Francisco Dornelles deixou um vácuo na política do Rio de Janeiro difícil de preencher: a de um líder político que seja alguém com quem tanto a esquerda quanto a direita conversem e, mais que isso, escutem.O estado tem vários líderes locais, e outros que poderiam ocupar este espaço foram derrubados por seus próprios atos e presos. É o caso do ex-governador Sérgio Cabral. O mesmo aconteceu com Anthony Garotinho, que até candidato a presidente foi.Outros são atores regionais e só. O próprio Eduardo Paes, além de se limitar à capital, ainda sofre da desconfiança por ser conhecido por não cumprir acordos.Rodrigo Bacellar, Flávio Bolsonaro, Cláudio Castro e outros são poderosos. Mas dificilmente um político de fora do grupo os procurará por conselho e ajuda.Há Dr. Luizinho, do PP de Dornelles, mas ainda falta tempo de estrada para ocupar esta posição. Talvez, sobre a um político de esquerda, mas pragmático, hoje este espaço. Washington Quaquá tem capacidade de articulação, respeito dos pares e conversa com todas as alas ideológicas. Ainda não é um Dornelles, mas pode ser o nome mais forte da política do estado.","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/uINt8XAgWmQA-HpH7ZVjS1vM0zxM8xTVjtWJn7xvkC8/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS8wYjVm/NjY5M2UzNTU4MGJh/Y2I2OTNlYThjNjY4/ZjNiMS5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}