{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"O TEMPO Podcasts","title":"Café com Política | Juiz do centro de pesquisas do TSJ, Rodrigo Trindade","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/b5836e31\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1734,"description":"Pressão do chefe, mensagens políticas no WhatsApp da empresa, ameaça de demissão, fiscalização das redes sociais e reuniões para tentar influenciar o voto dos funcionários podem configurar assédio eleitoral. \nNo Café com Política, o repórter Hédio Ferreira Júnior conversa com Rodrigo Trindade, juiz auxiliar da Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e supervisor do Centro de Pesquisas Judiciárias, para explicar como essas práticas ocorrem e onde termina uma conversa legítima sobre política e começa a interferência indevida na liberdade de escolha do trabalhador.\nNa entrevista, Trindade detalha os diferentes tipos de assédio eleitoral, explica o chamado terror psicológico e o uso de meios digitais para pressionar empregados e orienta como agir diante de uma situação suspeita. \nO juiz mostra quais provas devem ser preservadas, onde denunciar e como a Justiça do Trabalho pode agir ainda durante a campanha para interromper a prática. A conversa aborda também os processos registrados no país e em Minas Gerais, a procura pela Justiça depois das eleições e as medidas adotadas para enfrentar o assédio eleitoral no ambiente de trabalho.","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/lBsRuTyKexGRoO0y6JP50ivArYsAG0LyUStglIcxN3c/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS8yZmM1/MDBmMmQ1MzU5MDUz/ZDA4MDliZTI5MDIx/NzFjMi5wbmc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}