{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Flávia Borja | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/ccd7e015\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1368,"description":"A vereadora de Belo Horizonte Flávia Borja (DC) afirmou que pretende recorrer da decisão judicial que suspendeu a lei de sua autoria que permitia o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas municipais. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (23/10) no canal O TEMPO, a parlamentar defendeu a proposta e negou que ela fira o princípio do Estado laico.Segundo a vereadora, o texto aprovado não tem caráter religioso, mas educacional. “O Estado laico não é um Estado ateu, nem um Estado isento. É um Estado que não interfere, que não coloca uma religião como oficial, mas também não impede que as diversas religiões sejam trabalhadas dentro da escola”, acrescentou a parlamentar, que classificou a decisão como “triste”. “Foi uma triste ação de um partido político que não ganha na Câmara, que é o PSOL, e aí judicializaram essa lei. Estamos recorrendo e colocando a questão de que, se outras religiões podem estar dentro da escola como material didático, por que não a Bíblia como material de consulta, e não religioso?”, completou.Durante a entrevista, a vereadora falou também sobre as recentes indicações de nomes ligados ao PSOL para cargos na Fundação Municipal de Cultura. Flávia Borja disse acompanhar de perto as nomeações e afirmou que seu principal foco é garantir que a atuação dos servidores seja técnica e imparcial. “Eu vejo que algumas secretarias são tradicionalmente mais ocupadas pelo pessoal da esquerda. Talvez por isso que a gente tem tanto problema com a cultura, tanto enfrentamento”, avaliou. “A gente fica na investigação se esses cargos estão sendo ocupados de forma técnica, porque a pessoa tem capacidade para estar lá e vai gerir de forma neutra. Caso contrário, a gente vai intervir, pedir informações e até, muitas vezes, pedir para que haja uma mudança”, afirmou.Questionada sobre a inauguração dos passeios de barco na Lagoa da Pampulha, a vereadora avaliou que o evento teve mais caráter simbólico e promocional do que prático. “Eu...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}