{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Agrotempo","title":"Proteção de abelhas solitárias ajuda a conservar a biodiversidade em Belo Horizonte","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/cd9bd561\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":198,"description":"Você sabia que a maioria das abelhas encontradas na natureza não vivem em colmeias? Elas são chamadas de abelhas solitárias, geralmente confundidas com vespas ou moscas-varejeiras. Estes insetos, muitas vezes ameaçados por queimadas e desmatamentos, são fundamentais para o equilíbrio da biodiversidade do planeta, pois são responsáveis pela polinização de inúmeras plantas nativas e cultivadas.Existem mais de 30 mil espécies de abelhas no mundo, sendo 80% abelhas solitárias. Somente no Brasil, são mais de quatro mil espécies dessas abelhas solitárias. Elas são responsáveis, por exemplo, pela polinização de orquídeas, abóboras e frutas como acerola, abacate, melancia, goiaba e outras.As abelhas solitárias possuem a glossa, um tipo de língua, mais comprida que as demais. Por isso, só elas conseguem atingir o pólen e o néctar de determinadas plantas.Em Belo Horizonte, a Emater-MG desenvolve um projeto de preservação e multiplicação de abelhas solitárias. O trabalho é feito no Parque Estadual Serra Verde, ao lado da Cidade Administrativa, em parceria com o Instituto Estadual de Florestas (IEF).","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/EFvMWxm3k21IuYaQxOohRAE3dvzYfN8oRm5EEI594LM/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzQ4LzE3MDY5/MDUyNDgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}