{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Romeu Zema | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/dbbe5b38\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":2306,"description":"O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube nesta terça-feira (13/1), que não abre mão de ser o cabeça de chapa em uma eventual disputa presidencial e destacou que se considera diferente do senador Flávio Bolsonaro (PL). Questionado sobre os cenários para 2026, Zema disse que, apesar de reconhecer outros nomes da direita, não pretende ocupar posição secundária. “Uma coisa que eu não abriria mão é de ser o cabeça de chapa. Eu sempre comandei a empresa, comandei o Estado. Já mostrei que sei fazer isso”, afirmou. Na política externa, Zema fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e responsabilizou o governo federal pela crise na Venezuela. Para ele, o Brasil teve papel direto ao reconhecer o governo de Nicolás Maduro. “O presidente Lula tem culpa no cartório com relação a isso que está acontecendo na Venezuela”, analisou. Zema afirmou ainda que o PT “endossou um regime autoritário, corrupto e incompetente” e que, se o Brasil tivesse se posicionado contra as eleições que ele classificou como fraudulentas, o cenário poderia ser outro. “Eles endossaram um regime autoritário, corrupto, incompetente, que jogou milhões de pessoas na fome”, disse.Zema também criticou a postura de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao comentar denúncias envolvendo o Banco Master. Segundo ele, a relação entre autoridades e a instituição financeira representa um grave problema. “Promiscuidade no mais alto grau”, classificou. O governador afirmou que, em outros países, situações semelhantes seriam tratadas como escândalo. “Você colocar o seu cônjuge para prestar serviço e depois ficar tentando beneficiar aquela instituição, isso para mim é promiscuidade. É um escândalo que merece ser apurado”. Sobre os atos de 8 de janeiro, Zema defendeu anistia aos envolvidos e criticou o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria. Para ele, não houve tentativa de golpe. “Nós temos de...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}