{"type":"rich","version":"1.0","provider_name":"Transistor","provider_url":"https://transistor.fm","author_name":"Café com Política","title":"Renan Santos | Café com Política","html":"<iframe width=\"100%\" height=\"180\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" seamless src=\"https://share.transistor.fm/e/ef60c650\"></iframe>","width":"100%","height":180,"duration":1825,"description":"O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança,...","thumbnail_url":"https://img.transistorcdn.com/P7iG8X2MSZaqNSFIDxQ_mLBSDZrkJr9BagPB9wMvZrk/rs:fill:0:0:1/w:400/h:400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9zaG93/LzQ5MzUxLzE3MDY5/MDY3NjgtYXJ0d29y/ay5qcGc.webp","thumbnail_width":300,"thumbnail_height":300}