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O eleitorado mineiro é formado, em sua maioria, por mulheres, que respondem por 52% dos títulos de eleitor no estado. Mas a prevalência nesse número não corresponde à fatia que elas ocupam em candidaturas e cargos políticos. Quadro que precisa ser alterado na avaliação da presidente do MDB Mulher, Mônica Vallone. Candidata a deputada federal nas eleições de outubro, ela diz que o partido vem trabalhando para atrair cada vez mais o público feminino para o mundo político, mas destaca que ainda há muito o que ser feito.

A começar por dar mais segurança às mulheres para que consigam conquistar uma vida de qualidade. "A mulher precisa se sentir segura em qualquer ambiente", diz Mônica Vallone. Em entrevista ao programa Café com Política, ela ressalta o compromisso com o feminicídio zero no programa de governo do candidato ao governo de Minas pelo MDB, Gabriel Azevedo. Para isso, são necessárias, segundo ela, políticas públicas que reforcem a rede de apoio e a estrutura oferecida à mulher para que ela possa construir seu caminho.

Em conversa com as jornalistas Aline Diniz e Janaína Fonseca, Mônica Vallone mostra o que o partido tem feito para atrair cada vez mais mulheres para o cenário político, diz que o MDB conseguiu cumprir - e ultrapassar - a cota de 30% de candidatas nesse pleito e que entrou na disputa para deputada federal para ajudar Ubá e a Zona da Mata a se reerguerem após os estragos causados por temporais no início deste ano.

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