Com déficit orçamentário por dois anos seguidos, as contas da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) exigem atenção do município. Receitas não crescem no mesmo ritmo das despesas, sonegação leva a dívida ativa a superar R$ 10 bilhões e subsídios às empresas de ônibus podem ser maiores do que o previsto no início do ano.
Para falar desse cenário, o Café com Política conversou com o auditor fiscal André Martins, presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais de Tributos Municipais de BH (Sinfisco-BH). Enquanto o orçamento de 2026 prevê um saldo negativo de quase R$ 800 milhões, a dívida ativa - ou seja, aquilo que o contribuinte deixou de pagar em tributos - passa de R$ 10 bilhões.
Uma das saídas para o município colocar o caixa em dia é o projeto de lei "Regulariza BH", que está em tramitação na Câmara de Vereadores. Ele permite a negociação da dívida ativa a partir do perfil do contribuinte devedor. Confira a íntegra da entrevista.
What is Café com Política?
Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.