O diagnóstico de câncer de intestino revelado pelo ator Lúcio Mauro Filho, descoberto durante uma colonoscopia de rotina, reacende uma pergunta importante: o que os exames de rastreamento conseguem encontrar antes que o corpo dê sinais? Em muitos casos, o câncer colorretal pode se desenvolver a partir de pólipos, alterações que ainda não são câncer e que podem ser identificadas e retiradas durante a colonoscopia.
Esse é o tema do dia no Interessa Podcast desta segunda (31), que vai explicar quais exames podem ajudar na prevenção e no diagnóstico precoce, como o teste imuno químico fecal (FIT), que identifica sangue oculto nas fezes, e a colonoscopia, que permite visualizar o intestino, retirar pólipos e realizar biópsias quando necessário. A conversa é com a Dra. Juliana Heimann Gibram, médica gastroenterologista e professora de pós-graduação em Gastroenterologia da Afya Educação Médica Belo Horizonte e também vai abordar quando o rastreamento deve começar e quem precisa de acompanhamento antecipado.
Outro ponto importante é diferenciar o rastreamento de pessoas sem sintomas da investigação de sinais que merecem atenção, como sangue nas fezes, alteração persistente do hábito intestinal, dor abdominal, distensão e perda de peso sem explicação.
O Interessa começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre no YouTube.