Contextos do Mercado de Vinhos
Pósgraduação unicinos. Olá. Bemvindos ao podcast da disciplina iniciação ao mercado de vinho. Sou o Professor Israel Bertamone, e no podcast de hoje, vamos falar sobre as indicações geográficas e denominações de origens no Brasil. Bom, vamos refletir então pouco sobre essas regiões, né, e sobre o que é, o que são né indicações geográficas e denominações de origens presentes então no solo brasileiro.
Speaker 1:O reconhecimento das indicações geográficas, nos vinhos do Brasil, representa marco na vitivinicultura nacional, valorizando produtos tradicionais de regiões específicas, protegendo os territórios produtores e garantindo aos consumidores vinhos com características diferenciadas, com frutos, né, sendo produzidos especificamente, né, dentro dessas produções. As indicações geográficas, elas identificam vinhos originários de áreas delimitadas, cuja qualidade, reputação ou características únicas estão intrinsecamente ligados à origem geográfica. No Brasil, há dois tipos principais de indicações geográficas, a indicação de procedência, o IP, e a denominação de origem, o DO. A indicação de procedência, ela referese a regiões reconhecidas pela reputação na produção de vinhos, enquanto a DO exige que as características do vinho sejam essencialmente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos. A implementação das IGS, das indicações geográficas, traz benefícios expressivos, como a organização coletiva dos produtores, o estímulo à economia local, e o fortalecimento do renome dos produtos regionais, com impactos positivos na competitividade e no potencial enoturismo.
Speaker 1:Cada indicação geográfica é gerida por associações de produtores que controlam, protegem, e promovem a certificação. Esse movimento no Brasil ganhou força no início dos anos noventa, com o trabalho pioneiro da Embrapa, Uva e Vinho, que ofereceu então o suporte técnico e científico para a estruturação e registro das IGS junto ao instituto nacional de propriedade industrial, o INPE, O reconhecimento das IGS segue normas de lei de propriedade industrial, e outras regulamentações nacionais, com o apoio de instituições como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As IGS, conferem identidade e alta identidade aos produtos. Clássico exemplo é o Champanhe, né. São apenas espumantes produzidos na região de Champanhe na França, que podem ser, né, denominados dessa forma.
Speaker 1:No Brasil, as indicações de procedência são baseadas na reputação de uma região como produtora reconhecida. A diferença entre p, indicação de procedência e d.O, denominação de origem, reside na singularidade do produto. Na denominação de origem, os os fatores naturais como relevo, clima e solo, né, além de fatores humanos como o desenvolvimento técnico de produção, conferem qualidades únicas que só podem ser substituídas ou obtidas naquele território. Já na IP, a reputação histórica e cultural é o diferencial que conecta o produto à região. Esse sistema busca valorizar produtos típicos e tradicionais por meio de sinais distintivos usados na comercialização.
Speaker 1:A indicação de procedência está intimamente ligada à reputação do produto e da região. Bom exemplo né é a cidade de Pelotas do Rio Grande do Sul. A menção ao município é imediatamente associada a seus famosos doces. O mesmo ocorre com algumas regiões vinícolas brasileiras, embora ainda em construção. Se eu falar em vinho do sul de Minas, as pessoas pensam em vinho tropical de uva Sirat.
Speaker 1:Se eu mencionar a farroupilha, vamos sociar então ao Moscatel. Essa relação, embora ainda incipiente, em algumas regiões, é fundamental para a obtenção do reconhecimento né do da indicação de procedência pelo INPE. No Brasil, a Embrapa desempenha papel central na catalogação e disseminação de informações sobre as indicações geográficas existentes, detalhando suas características e histórias. Esse trabalho de valorização e reconhecimento das indicações geográficas, contribui não apenas para o fortalecimento da identidade vinícola brasileira, mas também para o crescimento do mercado e para a promoção das regiões produtoras no cenário nacional e internacional. Bom, o surgimento das indicações geográficas no Brasil, ele aconteceu, né, a partir de do seu ponto de partida, o seu início ele surge com a atuação da Embrapa, né, que ali por volta dos anos noventa, coordenou o primeiro projeto voltado a esse, com esse objetivo.
Speaker 1:Esse esforço contou com a participação da associação dos produtores de vinhos finos do Vale dos Vinhedos, a Aprovalhe, e a Universidade de Caxias do Sul, na cidade de Caxias do Sul. A ideia surgiu a partir, de pesquisas voltadas para valorizar os vinhos brasileiros. A Embrapa teve papel crucial, ao comprovar a influência do terroir, dos vinhos das regiões vinícolas do Rio Grande do Sul, identificando características distintas de acordo com a origem da uva. Foi também a que desenvolveu protocolo padrão das indicações geográficas, inicialmente aplicado no Vale dos Vinhedos e posteriormente replicado e aperfeiçoado em outras regiões. Este protocolo tornouse uma referência para consolidar a certificação dos vinhos brasileiros ao longo dos últimos anos.
Speaker 1:Quanto aos desafios né e os avanços nos sistemas de indicação geográfica. Atualmente o sistema de indicação geográfica no Brasil ele conta com selos específicos para registros, possibilitando que associações ou cooperativas, optem por registros nominativos né, ou mistos, que incluem então logotipos além do nome da indicação geográfica. Foram criados, foram criados selos únicos para as categorias de indicação de procedência o IP, e denominações de origem DO, que que podem ser utilizados por todos os produtores aprovados pelos conselhos conselhos né reguladores do a evolução das indicações geográficas ela reflete esforço contínuo para valorizar e proteger a identidade regional dos vinhos brasileiros Bom, vou falar pouquinho de cada uma dessas indicações geográficas. Nós temos a primeira que é indicação de procedência altos montes, localizada nos municípios de Flores da Cunha e Nova Pádua, na Serra Gaúcha. Ela destacase pelos espumantes finos brancos e rosados, moscatel espumante e vinhos finos tranquilos brancos, rosados e tintos secos.
Speaker 1:Essa região com altitudes que variam de oitocentos e oitenta e cinco metros, foi pioneira na introdução das uvas vitivinifeiras na Serra Gaúcha, ali por volta dos anos de mil novecentos e trinta. As temperaturas amenas contribuem para as colheitas mais tardias, em comparação, né a média da região, o que influencia positivamente na qualidade de uvas, né e dos vinhos produzidos. Para garantir então essa autenticidade, pelo menos oitenta e cinco por cento das uvas utilizada, utilizadas nos vinhedos devem ser cultivadas em áreas delimitadas. E os vinhedos, plantados em espaldeiras, né, seguem padrões rigorosos de produtividade e maturação. Toda a elaboração, engarrafamento e envelhecimento, ocorrem na área delimitada, e os vinhos são comercializados somente aprovação do conselho regulador, recebendo então o selo numerado que assegura a sua rastreabilidade.
Speaker 1:Já a indicação de procedência campanha gaúcha, por sua vez, é caracterizada pelos vinhos finos tranquilos brancos, rosados e tintos, além dos espumantes naturais. Localizado no bioma Pampa, essa região abrange parte ou totalidade de quatorze municípios que incluem ali, Santana Santana do Livramento, Bagé e Uruguaiana. Reconhecida como a região produtora mais quente e com menor volume de chuvas do Sul do Brasil, começou a se fortalecer na década de mil novecentos e oitenta, expandindose significativamente nos anos de dois mil. Com mil quinhentos e sessenta hectares de vinhetas plantados em espaldeira, a área do IP segue padrões rigorosos, todas as uvas utilizadas devem ser produzidas na região, e os vinhos precisam atender a critérios analíticos e sensoriais para serem aprovados dentro do conselho regulador. Os produtos chegam ao mercado com a identificação geográfica campanha gaúcha, que reforçam então a autenticidade e qualidade do produto.
Speaker 1:Já a indicação de procedência à farroupilha, por outro lado, é a primeira indicação geográfica do Brasil, dedicada exclusivamente aos aos vinhos moscatéis. Então ela compreende uma área de trezentos e setenta e nove quilômetros e setenta e nove quilômetros quadrados, localizada principalmente no município de Farroupilha, mas também abrange pequenas partes de Caxias do Sul, Pinto Bandeira e Bento Gonçalves. A região que concentra o maior volume de produção de uvas moscatéis do país, especialmente a variedade moscatto branco, introduzida ali na década de mil novecentos e trinta, e considerada única num. Os vinhos da IP, Farroupilha, incluem moscatel espumante, frisante, tranquilo, licoroso, e todos elaborados exclusivamente com uvas moscatéis cultivadas na área de delimitar. A produção segue padrões rigorosos de controle, desde os limites de produtividade dos vinhetas até a avaliação sensorial dos produtos.
Speaker 1:Após a aprovação, os vinhos recebem o selo, numerado que garante a a rastreabilidade, consolidando então a identidade e a excelência dos produtos dessa região. Agora eu vou falar pouquinho sobre a predicação de procedência Vale do São Francisco. Ela se destaca por características únicas decorrentes do terroir, marcado pelo clima semiárido, alto índice de insolação e baixa umidade relativa do ar, elementos que contribuem para a para a singularidade dos vinhos produzidos na região. A área delimitada do Ipê Vale do São Francisco, abrange municípios em dois estados do nordeste brasileiro, Casanova e Pura, Puraçá e na Bahia, e Petrolina, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista em Pernambuco. Com altitudes que variam entre trezentos e cinquenta e quatrocentos metros, o cultivo de videiras da região é realizado o sistema de expaldeiras e latadas, adaptados às condições climáticas extremas.
Speaker 1:O uso intensivo de irrigação é imprescindível para o desenvolvimento de vinhas, sendo o rio São Francisco uma fonte policial para o manejo desse manejo hídrico dessa região. A produção de uvas ocorre de forma contínua, ao longo do ano, graças às práticas de duas podas. Este método permite múltiplas safras e oferece flexibilidade para escalonar a colheita, garantindo o suprimento constante das uvas frescas. As variedades de Vitis vinifras, cultivadas inclui então tintas como o Sirat, Tempranillo, Cabernet Sauvignon, e brancas como o Chainand Blur, Moscatus Checanelli e Sauvignon Blanc. Região também é pioneira na produção de espumantes com o método Charmat e Moscatel espumante, que valorizam a expressão aromática das variedades locais.
Speaker 1:Além dos vinhos tranquilos e espumantes, o Vale do São Francisco é conhecido por suas inovações na vitivinicultura tropical, promovendo experiências enoturísticas e atraem visitantes de de diversas partes do Brasil e do mundo. As visitas às vinícolas locais incluem degustações, passeios pelos vinhedos e mergulho na cultura regional, onde o vinho é apresentado como elemento central do desenvolvimento econômico e turístico. Já a indicação de procedência Monte Belo. O IP Monte Belo é reconhecido pela produção de espumantes finos, moscatel espumante e vinhos finos tranquilos brancos e tintos secos, com destaque para a qualidade e identidade de seus produtos. A área delimitada reconhecida em dois mil e treze, está localizada ao oeste da Serra Gaúcha, com altitudes mais baixas do Vale do Rio das Antos, abrangendo cinquenta e seis quilômetros quadrados, sendo, oitenta por cento do município de Monte Belo do Sul, e o restante Bento Gonçalves e Santa Teresa.
Speaker 1:Monte Belo do Sul, maior produtor per capita de uvas das variedades vitivinifeiras da América Latina, com dezesseis toneladas por ano, se consolidou como polo de excelência. Essa abundância de uva de alta qualidade, somado ao sucesso da de origem Vale dos Vinhedos, motivou pequenos produtores, familiares a ingressarem no segmento das uvas finas, e espumantes de origem controlada. Os do Ipê Monte Belo, que ocupam trinta e sete por cento da área delimitada, formam mosaico integrado ao cinturão verde de mata nativa, com declividade acentuada, e estão sujeitos a rigorosos controles de produtividade e maturação de uvas. Todos os produtos utilizam uvas cem por cento provenientes da área delimitada, garantindo a rastreabilidade e a qualidade final. Os espumantes finos, brancos e rosados, destacamse pela composição exclusiva, com pelo menos quarenta por cento de hisling itálico e trinta por cento de.
Speaker 1:Estes são elaborados pelo método tradicional, permanecendo no mínimo nove meses em contato com as leveturas. Então o moscatel espumante é elaborado com sessenta por cento de uvas moscato, a brejo de variedades como o Moscato Branco, Moscato Diálogo e Malvasia branca. Entre os vinhos finos, tranquilos, tintos secos, são autorizados a paretais Merlot Cabernet Franc, Cabernet Saugnon e Tannat, com mínimo de oitenta e cinco por cento de vinho da variedade principal, além de as senguagens com proporções definidas de Merlot, Cabernet Franc e outras uvas como alicante Bolchan. Já os brancos secos incluem variedades de Risling itálica e Chardonnay, assim como a senblagem que combinam no mínimo vinte por cento de Chardonnay. Todos os vinhos passam por aprovação do conselho regulador da IP, incluindo degustções às cegas para garantir a conformidade com os padrões estabelecidos.
Speaker 1:Cada garrafa é identificada com o selo de controle numerado, reforçando então a rastreabilidade e confiança do consumidor nos produtos do IP Monte Belo, que hoje é exemplo de organização e qualidade na vitivinicultura brasileira. Já a indicação de procedência vale das uvas foi a primeira a obter o registro junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial Wim, no estado de Santa Catarina, no ano de dois mil e doze, marcando marco significativo no reconhecimento de qualidade e origem dos vinhos da região. A área de produção está localizada entre as encostas da serra geral e o litoral sul de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Urusunga, pedras grandes, entre outros. É a região que é o vaguete, se consolidou né, a partir dessa variedade que tem raízes na região desde o início do século vinte, é cultivada de forma predominantemente. A área delimitada do Ipê abrange uma zona de quatrocentos e cinquenta e oito quilômetros quadrados nas bacias dos rios Urusunga e Tubarão, onde as uvas usadas na produção dos vinhos da Ipê, devem ser cultivadas.
Speaker 1:A variedade da uva usada para elaboração dos vinhos Goethe, foi originalmente obtida nos Estados Unidos no século dezenove, através do cruzamento das variedades Moscato de Hamburgo e Carter, sendo tradicionalmente cultivada na região. Dentro da do IP das uvas Goethe, também é cultivado uma mutação, conhecida como Goethe, que surgiu na década de mil novecentos e cinquenta, em Urusunga. Os vinhos de Ipê válidos das uvas Goethe, são produzidos produzidos exclusivamente com essa uva e seus clones. E os vinhos são cultivados de maneira tradicional, o que garante método de cultivo que busca preservar a qualidade e a intensidade do. Bom, vamos dar sequência agora a região vitivinícola dos vinhos de altitude de Santa Catarina.
Speaker 1:Situada na área mais fria, e de maior altitude do Sul do Brasil, abrange vinhedos localizados a altitudes que variam de novecentos a mil e quatrocentos metros. A indicação de procedência vinhos de altitude inclui diversos produtos, como os vinhos finos e nobres nas categorias branco, rosado e tinto, além de vinhos licorosos espumantes, moscatéis e Branch. A área geográfica deste IP, se estende por vinte e nove municípios, incluindo incluindo água doce, São Joaquim, Lages e Videira. Já a IP Vinhos do Bituuruna, localizada no sul do estado do Paraná, é exclusivamente do município de Bituuruna. A produção de vinhos na região é centrada nas variedades de uvas bitolobrusca, principalmente Bordeaux e Marta, também conhecida como casca dura.
Speaker 1:A tradição vinícola de Ibituruna remonta à década de mil novecentos e quarenta com a chegada dos imigrantes que trouxeram a cultura do vinho para o Brasil. Em dois mil e foi criado o projeto Vit vinícola com o objetivo de melhorar a qualidade da produção, integrando práticas artesanais a métodos industriais. Viihuriuna, conhecida como a capital do vinho do Paraná, é a maior produtora do vinho no estado, e seus vinhos recebem reconhecimento em concursos nacionais e internacionais. Agora vamos falar sobre as duas denominações de origem. Temos a denominação de origem Vale dos Vinhetos, localizada na Serra Gaúcha, foi a primeira do Brasil, obtendo o registro de indicação de procedência em dois mil e dois, e denominação de origem em dois mil e doze.
Speaker 1:A DO Vale dos Vinhetos abrange municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Uma área de setenta e dois quilômetros quadrados, de produção. A principal característica da DO é a produção produção de vinhos finos tranquilos e espumantes, com destaque para o os vinhos de uva Merlot, obrigatória, né, dos vinhos tintos da região. Os espumantes DO são elaborados pelo método tradicional, utilizando obrigatoriamente as uvas Chardonnay e o Pinot Noir. Enquanto os vinhos brancos devem conter a uva Chardonnay como possível corte com Isling e Itálico.
Speaker 1:Já a denominação de origem altos de Pinto Bandeira, a mais recente reconhecida em dois mil e vinte e dois, também está localizada na Serra Gaúcha e é especializada na produção de espumantes naturais elaborados exclusivamente pelo método tradicional. A área abrangem sessenta e cinco quilômetros quadrados, e está localizada nos municípios de Pinto Bandeira, Farroupilha e Bento Gonçalves. Entre quinhentos e vinte e setecentos e setenta metros de altitude. As variedades autorizadas para a produção de espumantes são Chardonnay, Pinot Noir e Risling Itália, sendo que esta última não pode ultrapassar vinte e cinco por cento da composição. O espumante da denominação de origem altos de pinto bandeira, se destaca pela qualidade da segunda fermentação da garrafa, e pelo mínimo de guarda de doze meses até o de gorjet, o que confere características únicas ao produto.
Speaker 1:Bom, atualmente nós temos novos pedidos de reconhecimento de de indicação de geográfica, deles foi solicitado pelo instituto nacional de Propriedade Industrial, a partir da Cooperativa Agrícola de Produtores do Vinho de Jundiaí, em São Paulo. Esse pedido visa a certificação do IP Jundiaí, abrangendo categorias como vinho leve, vinho de mesa, vinho licoroso e espumante natural. O processo de análise porém é criterioso e pode envolver exigências formais que, se não atendidas, levam ao arquivamento do pedido. O avanço do sistema de indicações geográficas no Brasil, reflete não apenas o crescimento da vitiluminicultura nacional, mas também busca por maior organização e valorização de produtos que expressam o caráter único de seus territórios. Uma trajetória de mais de três décadas, o país se consolidado como referência no fortalecimento da identidade e qualidade de seus rins.
Speaker 1:Bom, você acabou de ouvir o podcast sobre indicações geográficas e denominações de origem do do Brasil, né e pouco mais sobre Rio Grande do Sul devido à sua quantidade de indicações. Nesse podcast, você pode complementar os estudos do hub leitura, né, com os vídeos do hub visual. Compreender as denominações de origem e as indicações geográficas de Brasil, é importante por vários motivos. Primeiro, qualidade e autenticidade. Então, as denominações de origem e indicações geográficas, elas garantem a qualidade e a autenticidade dos produtos, assegurando que eles seguem padrões específicos de produção e estão associados a características únicas de uma determinada região.
Speaker 1:Outro ponto é a proteção e a valorização. Então esses selos eles protegem os produtos e os produtores locais contra a concorrência desleal EEA falsificação, né valorizando os produtos regionais no mercado nacional e internacional. Outro ponto é a identidade cultural, então a partir das indicações geográficas nós conseguimos compreender né, como ela pode ajudar a preservar e promover a herança cultural e as tradições brit vinícolas do Brasil, né, uma das principais produções, né, dentro da América do Sul. Bom, temos também com isso, uma maior informação ao consumidor, o incentivo ao ao turismo, né e questões de sustentabilidade associadas dentro das indicações geográficas. Então entender as denominações de origem e as indicações geográficas do Rio Grande do Sul é importante, fundamental para apreciar plenamente o valor dos vinhos locais e apoiar os produtores regionais, consequentemente fortalecendo a economia e cultura e vitivinícola do Brasil.
Speaker 1:Acompanhe os próximos materiais e não deixe de escutar os podcasts a seguir. Bons estudos e até breve. Pósgraduação unicinos.