U24 | PÓS 5 - Politécnica - DCP 3

What is U24 | PÓS 5 - Politécnica - DCP 3?

Análise de Desempenho Gerencial e Tomada de Decisão

Speaker 1:

Pósgraduação unicinos.

Speaker 2:

Olá pessoal. Sejam bemvindos ao último podcast da disciplina Análise de Desempenho Gerencial e Tomada de Decisão. Sou o professor Fábio Sartori Piran e neste podcast vamos falar sobre orçamento. Para isso discutiremos mais sobre casos práticos de implementação do orçamento base 0, ou também conhecido como OBZ. Para nos ajudar nessa discussão, nós temos convidado, que é o Roberto Carlos Han.

Speaker 2:

O Roberto é mestre em ciências contábeis pela Unisinos, na área de concentração em Controladoria e Finanças, possui graduação em ciências contábeis pela FACAT de Taquara, possui MBA em Controladoria e Finanças pela FACAT também, é pósgraduado em Auditoria e perícia contábil pela Fevale, e pósgraduado em falências e Recuperação judicial de Empresas pela PUC Paraná. Atua também nas áreas de Controladoria, custos, finanças e controle de gestão. Além disso, atua em ações judiciais como partilhas, perícias contábeis e é administrador judicial em diversas recuperações judiciais e falhou. O Roberto é sócio da HPI Partnets, que é uma empresa de assessoria e consultoria em custos, Controladoria e gestão industrial. Também é sócio da RAM e Volgar Administração e Recuperação judicial e falência ilimitada, que é uma empresa especializada em administração judicial e recuperações judiciais e falência.

Speaker 2:

Roberto, seja bemvindo ao nosso último podcast, onde nós falaremos aí do orçamento com base 0, também conhecido como OBZ. Te apresentei direitinho, Roberto? Faltou alguma coisa que você gostaria de complementar na sua apresentação?

Speaker 1:

Tudo certo, só que muitas vezes assim a quando vai falar assim é meu currículo, daí já fala assim ali de falência recuperação judicial né então isso assusta pouco mas é eu vou dizer assim que todo esse tema do que a gente está tratando é para evitar que aconteça isso e é uma a gente pode assustar baile lida com falência e tal mas a gente tem que trabalhar assim a de duas métricas né eu vou dizer assim fugir pouquinho do assunto né mas assim a gente trabalha assim para erguer as empresas só que eu pelo meu conhecimento e tal quando uma empresa também não tem jeito a gente trabalha também então é sempre enquanto chora, outros vende lenço, né? É.

Speaker 2:

O orçamento pode evitar com que as empresas tenham problemas, possivelmente, e e veem e possam vir a falir, né Roberto?

Speaker 1:

Eu acredito que sim, Fábio, porque assim, com orçamento de uma forma geral depois a gente vai estar falando do ABC né ele vai estar tendo assim aos acompanhamento das empresas então tu vai tendo métricas tu vai tendo vai vendo como que tá a saúde financeira e econômica das empresas, né? Então, isso sim, pode ser diferencial nos períodos assim de de de baixa sazonalidade das empresas, né?

Speaker 2:

Muito bem. Prezados ouvintes, né Roberto tem larga experiência implementação de orçamento em diversas empresas de tamanhos distintos, tanto grande quanto médios e quanto pequenos. E Roberto, gostaria de entrar contigo então especificamente no no tema da do nosso podcast que é o orçamento base 0 né. E eu queria que tu implicasse pra nós aí Roberto né, a gente já teve uma aula conceitual sobre isso né, mas que você discorresse aí, o que é o OAB e o que que leva uma empresa quando vai implementar o orçamento escolher o OAB?

Speaker 1:

Vamos lá, nós até falamos no outro podcast ali sobre o orçamento matricial, né, onde são feitos assim projeções de todas as do Dr da empresa a bem o orçamento base 0 ele trabalha assim com a premissa assim que que todas as despesas tá elas têm que ser questionada né então via de regra assim três perguntas básicas do orçamento base 0 e qualquer gasto assim ó é fundamental que seja feito esse gasto Deve ser feito e precisa ser feito. Então assim são, e nisso pode se dizer assim, alta, nessa sequência, alta complexidade, média complexidade e baixa complexidade, mas sempre te vão dizer assim ó nível de aprovação daquelas despesas é sai vamos assim o orçamento ele vai se construindo no decorrer do período pode ser assim ah ele é uma bela ferramenta assim para até para aquela empresa que não tem orçamento tá começar a fazer orçamento que poderia ser resumir assim uma palavra assim de acompanhar acompanhar bem a contabilidade que a contabilidade é base para qualquer orçamento e a contabilidade já tem DRE balancete sintético e balancete analítico, que já são duas belas ferramentas pra ti trabalhar com o orçamento base 0.

Speaker 2:

Muito bem, muito bem Roberto, assim, tão seria uma porta de entrada para implementar o orçamento nas empresas nem sempre se começa com a OAB né? E Roberto assim ele ele vai exigir né, muito trabalho né, tem vai exigir aí muita muita força digamos assim da empresa né, pra pra implementação do OABZ né, então assim, digamos que pensar caso hipotético né, o Baitavo, Roberto foi contratado numa empresa pra pra implementar o orçamento e aí se chega à conclusão que é o OABZ né? Então Roberto como como começa, o que que tem que se alinhar primeiro com a empresa, se você pudesse nos correr aí sobre a sua experiência?

Speaker 1:

Muitas vezes, mesmo tu já tendo o orçamento matricial e por conta até de uma exigência da da gestão de controlar mais os gastos, você sai fora do orçamento matricial e vai pro orçamento base 0. Isso assim, eu vou até começar dizendo assim a pergunta de uma forma genérica, tá? Quem quiser, assim, mas assim as vantagens e as desvantagens, né? A principal vantagem é assim, ó, tudo que a despesa tem que ser questionada. Todo, assim, ó, tem que ser questionado, vamos dizer assim, ah, a recepcionista precisa comprar uma água.

Speaker 1:

Não, a recepcionista tem que pedir para sua gestora, pra ver se a gestora autoriza esse dentro daquela situação, precisa ser comprada aquela água. Tanto assim, uma questão de água, mas só só exemplo que pode ser adaptado em qualquer situação, né. E então essa, vamos dizer assim, é uma das primeiras coisas que que a gente tem que falar assim, ó, o ABC se questiona tudo, tá? Se questiona todos os gastos e e sempre procurando tá alternativas para aquele gasto isso pode ser feito assim através de aprovação de alguma compra algum gasto ter mais de orçamento né? Então, e buscando sempre algumas formas pra controlar os custos, né?

Speaker 1:

A gente até falou pouco assim de de muitos usam portar custos e controlar custos eu sou favorável nem tanto a cortar custos eu sou favorável a controlar custos então essas são as algumas premissas básicas pro OABZ né?

Speaker 2:

Bem. E Roberto assim, ele ele é orçamento que tem por característica levar mais tempo e exigir mais esforço para

Speaker 1:

a

Speaker 2:

sua implementação? Dada a sua experiência de mercado aí Roberto, assim, mais ou menos quanto tempo pode se demorar para ter o orçamento ABC estabelecido?

Speaker 1:

É que eu vou te dizer, Fábio? Assim, o orçamento ele tem que estar, vamos dizer assim, eu sempre priorizo assim que ele inicie num período no mês de janeiro, de preferência pra gente ter uns períodos né, mas isso tem que ter trabalho anterior de treinamento das pessoas, né, pra que elas começam a ser questionadas com essas perguntas, as três perguntas básicas, né. E aí sim, iniciando. Isso demanda, que nem tu falou, assim, tempo maior de treinamento e tempo maior de acompanhamento, porque no, em muitas empresas que não têm orçamento, eles vão vão gastando, gastando e daí depois vão ver o que que aconteceu. No orçamento normal já existe controle, só que no OABZ é obrigatório esse controle de todos os gastos, né?

Speaker 1:

E isso, vamos dizer assim, ó, é uma das maiores dificuldades de da implantação do ABC, que eu vejo é você sensibilizar os gestores da sua importância e da sua necessidade de dar de estar pedindo autorizações pros seus gastos.

Speaker 2:

Muito bem, sim. E Roberto, e esse processo assim, o controle ele deve exigir controle centralizado né. Normalmente esse controle ele fica mais com a área de Controladoria, com a área de gestão de custos, ou no caso as empresas normalmente contratam uma consultoria que faz esse trabalho mais intenso também ou todas as opções.

Speaker 1:

Primeiro eu defendo a Controladoria como setor, até no outro exemplo, no outro podcast eu estava citando assim, é controladoria, se nós formos analisar organograma, o Roberto sugere que ela seja assim acima da diretoria, que ela tenha liberdade para agir em todos os setores da empresa. Mas é uma visão do Roberto, isso é uma questão assim que tem que ver cada empresa, cada negócio, cada gestor, como entende a melhor forma. E sim, tem que ser, tem que ser centralizado numa controladoria, tá, e respondendo essa questão de uma consultoria externa, sim, também é muitas vezes até mais indicado Tá mas mesmo essa controle consultoria externa ela tá vinculada ou trabalhando junto com a Controladoria por que que eu acho importante muitas vezes, o trabalho do da consultoria externa, para ela ter liberdade em falar aquilo que ela entende que deva, que deva falar. Porque muitas vezes mesmo gestor funcionário gerente diretor muitas vezes eles alguns casos vou tirar uma muitas vezes alguns casos ele fica pisando em ovos para dizer aquilo que ele quer dizer O consultor tem que ter essa essa essa possibilidade e essa permissão da gestão da empresa de eles falarem aquilo que eles entendem que deva acontecer senão não tenho porque de ter essa consultoria né opinião do Roberto lá tem que ser uma pessoa ele tem que ser assim a ter Total Liberdade para falar sugerir, orientar as melhores formas pra alcançar os objetivos daquilo que lhe foi contratado.

Speaker 2:

É uma visão externa né. E Roberto, você comentou também antes que anteriormente que a empresa pode sair de orçamento matricial, hipoABZ, talvez quando ela tenha que controlar e conter custos. E o contrário também pode acontecer Roberto, a empresa pode, a partir do OABZ, entender que ela está madura o suficiente, migrar pra outros tipos de orçamento? Nesse caso é o matricial recomendado? Tua experiência diz que existem outros tipos que são usados também?

Speaker 1:

Não, mas pode e pode e grandes, grandes maior número de casas acontece essa migração e até assim ó sai do matricial vai para o e depois volta para o matricial até porque assim ó com a bezetto pode corrigir algumas coisas que não estavam dando certo no no no matricial, tá? E, da mesma forma, depois que tu construiu uma base de informações do base 0, que essa base o que que nada mais é do que conceito da empresa de controlar os gastos, depois de feito isso, a gente pode fazer orçamento mais robusto, com mais assertividade.

Speaker 2:

Muito bem. Roberto, eu queria te convidar agora pra gente contar uma história aí pros nossos ouvintes, que seria dado dos exemplos aí né que você tem experiência, uma história de uma implementação do ABC Roberto, né. Obviamente se você pode contar aí como é que foi a tua experiência em relação a isso, se tiver também alguma adaptação em termos do OAB, em termos conceituais que foi efetuado, se você quiser também relatar, fique à vontade.

Speaker 1:

É, as dificuldades pra implantar o ABC elas são, vamos dizer assim, quebrar paradigmas dos gestores, porque todos os gastos têm que ser revisados. Então, essa é uma grande dificuldade no início, mas assim, atendo, vamos lá nesses, já que pediu pra dar o exemplo, eu vou buscar assim na minha memória assim, aqui, começou esses questionamentos e eu, como consultor externo, eu cheguei na presidência a qual havia me contratado e disse, me contratar para fazer tal trabalho só que eu acho que não vou conseguir por conta das dificuldades que tem e daí é muitas vezes assim até por ter essa liberdade eu coloco o meu cargo à disposição né é tipo assim ah eu não gosto de tá trabalhando a gente eu que é externo tem que trabalhar tem que sempre demonstrando resultados se tu não demonstra resultados Então pega teu boné e vai para outro lugar e tu possa demonstrar teus resultados. E isso, muitos casos, se tornam uma forma de sensibilizar as empresas, os gestores, da necessidade de acontecer. E aí assim, com essa dificuldade, os gestores chega e faz uma reunião com os diretores. Vocês têm que acatar.

Speaker 1:

Isso aqui é uma, é caminho sem volta. Quem quiser tem que aceitar essa citação, essa nova citação. E esse exemplos, esse exemplo que eu posso posso dar foi sucesso, tá? Alguns que estavam em dúvida ou não, começaram a aceitar no início assim alguns não não não estavam querendo tá pedindo essa aprovação dos gastos mas tiveram que ser no decorrer do trabalho, ser, não vou dizer repreendido, mas ter sido orientado pra que cumpra aquilo que a diretão, direção determinou, né? Então esse vão vão sendo assim algumas dificuldades pra fazer depois de implantado as coisas começam a dar melhor.

Speaker 2:

E Roberto assim nesse caso desse exemplo então a empresa usava orçamento matricial ou outro tipo de orçamento, ou o início da OABZ foi a implementação inicial de tipo de algum tipo de orçamento na empresa?

Speaker 1:

Os meus casos é todos eles após 000 matricial.

Speaker 2:

Então uma migração, quando realmente precisa fazer controle mais rígido de mais rígido né? Eu percebo Roberto muito isso né? O abezer ele remete a essa questão da do super controle, da rigidez que muitas vezes pode incomodar porque a partir desse momento você tira toda a ali muita da liberdade quase toda a liberdade de gastar ou

Speaker 1:

isso mesmo.

Speaker 2:

E aí Roberto esse processo ele contou digamos assim como é que foi o processo em si né? Reuniões iniciais com os gestores, algum modelo que você levou de OABZ pra empresa ou a empresa já tinha esse modelo e foi mais processo de gestão no teu caso, né? A empresa tinha software, planilhas.

Speaker 1:

Sempre assim, nesses casos, assim, que nem eu falei assim, que primeiro já tinha implantado o matricial, foi assim, primeiro assim, na gestão, assim, ah, nós precisamos controlar mais os gastos, né? Tá, qual é a ferramenta pra nós controlar os gastos? Orçamento 0 Então tá daí assim ó traz traz projeto aí para fazer esse para fazer a implantação tu primeiro tem que convencer a direção daquilo que é da necessidade e da aplicabilidade, né. Após feito essa essa, vamos dizer assim, essa compra da ideia pela gestão, aí sim, se faz uma reunião com os diretores e apresento para eles o que que vai ser feito esse trabalho, né. E aí depois a gente trabalha individualmente em cada direção, para cada direção cada responsável pelos gastos e o abz é muitas vezes assim ele não fica só nível de direção ele vai abaixando assim a os níveis assim até a direção gerentes supervisores né porque sempre a gente fala assim, ao cantablet, né, que que é assim, é setor e cobrando o outro.

Speaker 1:

Então, tem que assim, o responsável maior é o diretor de cada área, mas as outras partes também precisam ser treinadas sobre o a ferramenta.

Speaker 2:

Muito bem. E e Roberto, normalmente pra OABZ a empresa usa já as ferramentas ou o modelo de de em termos de ferramenta que ela usa pros demais orçamentos ou é feito alguma

Speaker 1:

aplicado o Excel, né? Então, pela, vamos dizer assim, a cabeça da gente já é Excel. A gente já pensa qualquer coisa tá pensando em coluna em linha então assim é eu sei que tem vários softwares adequados para isso né mas hoje muitas ferramentas do de Excel tu consegue bons e ótimos resultados.

Speaker 2:

Muito bem. E Roberto, estou sem minha minha última pergunta pra finalizar o nosso batepapo sobre o OBZ, tem algum exemplo aí de de que se destaca, né, em termos de resultados obtidos. Olha, prestava com dificuldade e depois do OABZ ela conseguiu controlar os seus seus gastos. Pudesse contar pra nós.

Speaker 1:

É, eu tenho caso assim que alguns, vou citar depois bastante citado em algumas citação minha, as empresas estavam passando uma empresa, caso, estava passando por certa dificuldade e assim a gente não estava alcançando os números do dos desejados, mesmo com os gastos que a gente tinha, precisava ter redução de custos aí sim a antes eu falei de controle de custo mas em alguns casos a gente tem que ter corte de custos EEEA gente vai demonstrando assim a prova de acordo com o faturamento que é o carrochefe da da empresa e das da empresa até nesse nessa situação nós tínhamos que nos adequar às despesas e aos custos em cima da nossa receita. Então, com base na nossa receita, a projeção de faturamento, a gente analisava os custos diretos, que é o custo de produção, tentava reduzir, é claro, mas muitas vezes assim todo o excesso teria que ser eliminado. E com base num orçamento ali a gente vê o que que tá tá a mais, né? E daí tava uma situação ali que que ah mas se eu demitir fulano o fulano vai morrer daí assim bom tu escolhe entrei ele eu estou empresa algumas coisas difíceis até dele e tá num batepapo bate batepronto tá respondendo ao gestor né mas o que que deu nesses casos nesse caso demitiram a pessoa né Só exemplo duma pessoa que foi dada.

Speaker 1:

Essa pessoa até hoje está viva, está bem, está trabalhando. E a empresa, a partir daquilo ali, daí, vamos dizer assim, ó, também tive pouco de de sorte, né? Porque deu uma guinada na empresa e começou a ter lucro e não parou de ter resultados bons e ótimos até esse momento.

Speaker 2:

Tudo bem. Tudo bem. Ele sempre forte na tua palavra a questão da rigidez. O ABC ele remete a isso e é importante também ter essa consciência. Muito bem Roberto.

Speaker 2:

Eu acho que a gente conseguiu passar para os nossos ouvintes algum alguns bons exemplos né da da utilização do ABC nas empresas e com isso chegamos ao fim do podcast sobre a implementação do orçamento base 0 nas empresas e que fixamos conceitos relativos ao tema quatro da nossa disciplina. Não esqueçam de conferir mais conteúdo sobre isso no hub visual e no hub leitura. Roberto gostaria de passar a palavra pra ti pra ti poder fazer a sua despedida dos nossos ouvintes.

Speaker 1:

Muito obrigado professor Fábio, unifinos, espero que eu tenha conseguido passar para os ouvintes alunos e ouvintes pouquinho da minha experiência e dizer assim acreditem e apliquem o orçamento nas suas empresas, tá. E certamente vai ser uma ferramenta muito importante para a saúde de todas as empresas. Tentem até na pequena empresa, que é difícil hoje de de ser implantado por questões de de desconhecimento, mas tentem assim a aplicar esse essa ferramenta em todas as empresas que certamente o resultado vem.

Speaker 2:

Muito bem. Então, Roberto, agradeço mais uma vez e aos nossos alunos até breve e bons estudos. Obrigado.

Speaker 1:

Pósgraduação unicinos.