Indicadores de Aprendizagem para a Gestão Educacional
Pósgraduação unicinos.
Speaker 2:Olá, sejam bemvindos ao nosso podcast. Hoje vamos aprofundar os tópicos discutidos na nossa vídeo aula sobre o mapeamento dos currículos e a escolha dos instrumentos de avaliação. Duas etapas fundamentais no planejamento do processo de gestão da aprendizagem. Vamos explorar essas fases em detalhe, explicando sua importância e aplicação no contexto educacional. Na nossa videoaula abordamos como o mapeamento curricular é essencial para garantir programa de estudos coerente e bem articulado.
Speaker 2:Também falamos sobre a importância de selecionar instrumentos de avaliação adequados para medir o progresso dos alunos. Neste podcast vamos aprofundar essas questões respondendo a perguntas como por exemplo, qual é o impacto do mapeamento curricular na qualidade do ensino? Como escolher os melhores instrumentos de avaliação? E quais são as práticas recomendadas para implementar e revisar esses instrumentos? Neste podcast nossa convidada Fernanda Pacheco vai nos ajudar a refletir sobre essas perguntas para que a gente possa entender cada vez mais como podemos nos dedicar a bom mapeamento curricular e a uma adequada escolha dos instrumentos de avaliação.
Speaker 2:Seja muito bemvinda Fernanda eu começo te agradecendo e pedindo pra que tu te apresente compartilhando conosco pouco sobre a tua trajetória e experiência na área da educação.
Speaker 1:Perfeito, tudo bem Jana? Saúdo também a quem está aí nos ouvindo, estou bem feliz de estar aqui contigo né fazendo parte desse podcast eu acho que é bem importante quando a gente fala de gestão da aprendizagem dedicarmos ao que parte das professoras realmente fica ansioso em saber né, como a gente vai mapear os pontos de coleta do currículo ou através de que ferramentas, eu lembro que essa é uma fase que desperta pouco da da ansiedade das pessoas já pensando na coleta com os alunos né, falando pouquinho da minha formação né, eu sou a minha área de formação ela vem inteira da engenharia, eu sou graduada engenharia civil, mestre e doutora também nessa habilitação, e tenho me dedicado há cerca de dois anos a estudar pouquinho psicologia da aprendizagem, a entender características educacionais que eu acho que elas vêm como benefício pra quem teve assim como é uma carreira técnica né que não tem esse background de educação. Hoje eu respondo pela gerência da escola politécnica, que é a escola que junta os cursos de engenharia, de TI, e de outras áreas temáticas como ciências naturais, arquitetura, e então acho que parte da dessa história também desse envolvimento foi em função de eu estar como coordenadora de curso na época né, e ter participado daí respondendo pelo curso de engenharia civil a esse processo de gestão de aprendizagem né, acho que hoje a gente está com tudo mais amadurecido né, institucionalmente e foi bem importante assim enxergar essas etapas aplicadas no no no contexto em que eu atuo né de escola politécnica.
Speaker 2:Agora enquanto tu me respondias né Fernanda, eu estava me lembrando, que o mapeamento dos do do currículo de engenharia civil, teve a tua participação de forma muito protagonista né? Então o tempo passa e a gente acaba esquecendo alguns detalhes então que bom que isso começa te apresentando com essa narrativa, porque eu gostaria de começar te perguntando né, te pedindo para tu definir, para os ouvintes do nosso podcast, pros nossos alunos né, o que é o mapeamento do currículo e porque ele é uma etapa crucial no planejamento, lembrando né, que o processo de gestão da aprendizagem ele se divide em várias etapas, mas todas essas etapas podem ser divididas né, ou 0A0A definição das competências né de aprendizagem e o desenvolvimento das rubricas e na sequência a gente passa por mapeamento dos currículos então a gente está falando da terceira etapa dentro da grande fase de planejamento se tu concordas comigo que essa é uma etapa crucial né se tu puder nos explicar para quem está nos escutando o que é afinal o mapeamento dos currículos e por quê que isso é tão importante para a etapa de planejamento do processo acho que vai ser bem bacana.
Speaker 1:Claro, claro, perfeito. Assim eu concordo inteiramente, eu acho que é uma etapa muito crucial, tanto para que a gente possa planejar, as etapas que são subsequentes a essa, a essa, como como olhar mesmo assim do ponto de vista de quem está olhando de fora pro currículo né, porque às vezes a gente está tão imerso no nosso trabalho, que algumas perguntas acabam passando né, então eu acho que quando a gente começou esse processo já vou descrever ele pouquinho, uma das coisas que eu lembro foi alguns movimentos em que a gente ia se dando conta nossa será que esse era o momento do aluno estar diante dessa competência e desse conhecimento né então acho que foi antes de mais nada o momento assim de de comunhão com o colegiado da gente entender né junto com os professores envolvidos e também dos outros cursos de graduação, acho que isso também é bem bacana pontuar. Sobre o processo em si, né de mapeamento do currículo, no meu caso em específico né da engenharia civil nós temos áreas temáticas no curso, acho que muitas nos cursos ocorrem dessa mesma forma, em que a gente tem atividades acadêmicas que são mais básicas, que precisam subsidiar as nossas atividades específicas dessas áreas temáticas, em alguns momentos essas áreas se cruzam.
Speaker 1:Então vou dar o exemplo aqui bem bem bem do meu cenário né, eu preciso ensinar pro aluno qual é o comportamento das chuvas né que é algo que nos tocou especialmente aqui na região do rio grande do sul de onde eu falo, e eu preciso explicar isso pra que ele entenda como a gente dimensiona uma pista de aeroporto, então nota que são áreas totalmente diferentes em algum momento elas precisam acontecer né, pra que o aluno entenda essa competência de uma forma mais holística né, ele não pode olhar só pra uma, a gente chama de disciplina na área de engenharia né, não pode olhar só pra uma área de conhecimento, isoladamente então eu acho que o mapa curricular ele vem pra nos dizer, em que estágio o aluno deveria estar amadurecido nos diferentes eixos de formação do curso, né, desenvolvendo projetos e competências que se somam, até porque isso faz muito sentido pra gente na lógica de como o currículo é vivo né, estamos falando de vários cursos em que o aluno escolhe as suas atividades acadêmicas então, também na forma como a gente entende que o aluno opta por cursar essas atividades né, isso esse mapa curricular, esse olhar de cruzamento de áreas, esse olhar de amadurecimento informativo do aluno ao longo do curso, nos ajuda a ver pontos interessantes de coleta, não apenas pra específico pra coleta de gestão de aprendizagem mas como o currículo pode ser mesclado, né então eu como professora entre uma atividade x, eu tenho que saber retomar conhecimentos de atividades que vieram antes da minha e conectar isso para que o aluno perceba sentido, né na formação que ele está recebendo então, a minha visão é essa assim de quem vê que a gente atribui mais sentido quando a gente mostra pro aluno esse olhar do todo, esse olhar de conexão né, porque muitas vezes pra quem é professor de de competências mais básicas a gente sabe que o aluno às vezes se questiona né, onde onde eu estou sendo levado com tudo isso, então eu É que eu faço com isso né?
Speaker 1:Isso como eu aplico isso aqui que eu estou aprendendo agora, porque me importa saber como é que é a chuva daqui a duzentos anos, né então assim eu acho que ele precisa entender que existe motivo maior para aquela competência que ele está agora desenvolvendo, e que isso vai né, de uma forma mesclada com as outras áreas de formação do curso, fazer sentido se já não está fazendo. Então eu acho que esse olhar do mapa do currículo foi muito benéfico assim pra pra gente como exercício como coordenadora de curso como equipe que se envolveu a gente olhar como isso já acontece no currículo e quais eram os espaços pra que isso pudesse acontecer de uma forma pouco mais conduzida.
Speaker 2:E muitas vezes né Fernanda aí é. Eu hoje neste espaço né em que eu estou de de de coordenadora, é muitas vezes a gente tem uma percepção né de que determinadas áreas do conhecimento são mais abordadas ou são ou tem mais espaço né num num currículo de curso e outras tem menos espaço e e talvez né isso possa ser inclusive uma percepção equivocada então o mapeamento curricular ele o que é o mapeamento curricular né? Eu vou colocar no papel ou na na tela, né? Eu vou organizar as atividades acadêmicas ou as disciplinas, de acordo né, com as áreas do conhecimento a que elas pertencem ou a que elas estão vinculadas, e eu vou poder fazer uma avaliação né, então a minha próxima pergunta tem a ver com isso né, como esse mapeamento curricular ajuda a garantir, que todas as áreas de conhecimento sejam abordadas de maneira equilibrada e integrada. AAA tua resposta anterior ela já vai apontando pra isso né, mas eu queria que tu pudesse falar pouco dessa questão do do equilíbrio entre as diferentes áreas de conhecimento que estão abarcadas por currículo qualquer que seja ele.
Speaker 1:Perfeito perfeito é eu sinto que que quando a gente fez esse exercício essa era uma das preocupações né era entender, tanto as atividades de base como elas davam subsídio para as específicas mas também se as específicas estavam em uma proporção uniforme né a gente sabe né Joana que a nós temos nos diferentes cursos eixos que têm alguma particularidade de empregabilidade eixos que os alunos se sentem mais familiarizados né ou até possuem preferência quando eles escolhem uma atividade acadêmica mas o fato é que nós estamos trabalhando com uma habilitação né e se ela garante exercício em diferentes subáreas de uma profissão ela precisa garantir o conhecimento de uma forma distribuída equivalente eu quero dizer que ele possa ter acesso a essas áreas, pra gente foi uma análise bem prática e numérica né, de quantidade de atividades acadêmicas para uma determinada habilitação né, eu quero dizer assim para enfoque e entender e eu acho que dos resultados de seis a dez meses antes de nós termos uma revisão curricular. E eu acho que isso também foi muito benéfico porque nos trouxe olhar que já vinha sinalizando lá do mapa curricular como necessidade de melhoria né então me parece que essa área aqui está muito encaixada dentro de outra quando ela teria protagonismo pra ter atividade acadêmica em separado e isso aconteceu né assim é exemplo real e aí quando a gente teve a chance de fazer a revisão curricular a gente acabou resgatando isso que tinha sido uma percepção lá do mapeamento então eu acho que o olhar da gente colocar peças né nas suas categorias né nos nos pés olhar pra isso como uma forma de espera aí me parece que eu poderia trazer mais luz pra essa atividade específica acho que esse foram dos pontos bem bacanas.
Speaker 2:É interessante uma outra coisa que tu disseste né Fernanda? Que é sobre a questão do currículo vivo né? É uma coisa é o currículo no papel né? E aí gente costuma ouvir também. E aí muitas vezes né, a gente vai olhar pra esse currículo lá na ponta né lá na sala de aula, e a gente começa a se deparar com alguns desafios e algumas dificuldades né?
Speaker 2:Mas eu queria falar de desafio, né, seguindo aqui no mapeamento curricular. Tu vês, tu achas que existem desafios pra esse momento de fazer o mapeamento curricular e se existem como é que a gente poderia superar esses
Speaker 1:desafios é perfeito eu acho assim que há desafio que é quem está participando da etapa ter ter sempre uma equipe multidisciplinar acompanhando eu digo isso porque não é muito difícil que nós entendamos em profundidade de uma área formativa até para que a gente possa dizer né, essa é uma área que eu preciso trazer atributo maior de tecnologia, eu preciso mesclar pouquinho com né, me parece que essas duas áreas hoje tem uma tendência de mescla ou de cooperação maior que não existia dentro do nosso currículo. Então eu acho que quando a gente usa grupo de professor que professores que atua, especificamente em cada área do curso é muito rica a troca né porque uma primeira impressão pode parecer nossa mas não tem uma conflito entre os professores pra garantir espaço pra sua área, mas na verdade é muito mais colaborativo de entender como que eles podem trabalhar conjuntamente pra essa formação mais integrada mesmo, então o desafio que eu estaria é esse né, é de nós termos pessoas envolvidas no processo que estejam de fato apropriadas nas temáticas e e queiram ser parte desse processo, e eu acho que a a lógica de de tarefa que há pra esse mapeamento não traz outra grande dificuldade e pra pra gente assim quando fala do currículo ao vivo e integrado também me foi surpreendente o quanto a gente trocou figurinhas com os colegas né porque eu tenho muitas atividades acadêmicas compartilhadas, isso pode acontecer numa escola de saúde, numa escola politécnica, numa escola de indústria criativa enfim a gente tem muito compartilhamento né, e olhar pra qual é o conhecimento que aluno de determinado curso chega naquela atividade em em oposição a de outro curso que pode estar mais ou menos amadurecido também foi bem importante pra gente, então talvez seja assim ingrediente que que agrega complexidade, mas por outro lado eles nos traz uma visão bem importante do olhar do currículo e do momento, né como a gente está falando né sobre essa essa parte mais viva eu acho que isso foi bem bem importante como como escola assim comunidade que acaba aglomerando mais cursos e tem a função de unir né essa área de
Speaker 2:uhum. E aí quando a gente fala de mapeamento de currículo, já que a gente está falando de processo de gestão da aprendizagem, né? Cujo objetivo é produzir dados sobre aprendizagem dos alunos a partir da avaliação, a gente chega inevitavelmente na etapa de escolha dos instrumentos de avaliação. E aí talvez dos grandes desafios é a gente sempre pensar em instrumentos de avaliação que sejam precisos e sejam justos. Que critérios Fernanda tu achas que são importantes quando a gente precisa escolher instrumentos de avaliação dessa forma?
Speaker 1:Perfeito. Pra gente atuar nessa escolha da da ferramenta, eu acho que tem olhar muito particular assim de, o quanto aquele instrumento faz sentido com os tipos de coleta que o curso costuma fazer né, como é a experiência desse aluno, até para que a gente esteja falando de de instrumento que não cause desconhecimento ou que não não tenha sentimento pro aluno né de algo inesperado ou algo desconhecido, eu lembro também trazendo caso específico em que falávamos do curso de arquitetura que é curso projetual é curso em que os alunos eles realizam projetos durante a formação inteira, e projeto realmente é a forma como a gente consegue avaliar o que que ele desenvolveu de conhecimento seja nos diferentes pilares de curso, e eu lembro que era diferente do restante do que a gente estava atribuindo pra escola politécnica porque são cursos de natureza muito distintas né então assim, não faria sentido, eu olhar pra todas as competências de uma engenharia química por exemplo, através de projeto eu não consigo dar conta em único projeto, do olhar que eu gostaria de ter contemplando as diferentes áreas, então acho que olhar pra instrumento como, que tipo de conhecimento e de competência ele exige, somado a quão familiar é para alguém desse curso esse tipo de instrumento para que não fosse algo totalmente né inesperado como eu mencionei, e acho que para os alunos do do que eu acompanhei da coleta eles falavam muito assim é muito tranquilo quando a gente sente que aquela prova não foi feita para gente errar então olha só a percepção deles né assim de que é uma Uau.
Speaker 1:É super assim então é uma maneira de mensurar, mas aqui ninguém está fazendo papel né de de xerife assim vamos lá então assim e os alunos mesmo falavam a gente notou que tinham níveis de dificuldade nas questões nos casos em que eram provas né níveis de dificuldade nas questões que nem todas tinham grau ou mais severo ou ou mais brando, eles demonstraram muita familiaridade então eu acho que parte do sucesso é isso, é o aluno entender que é pra ajudar né a formação e a revisão contínua de como a gente está conduzindo nossos processos de ensino e aprendizagem, e por outro lado assim também pensando no no no paralelo com a arquitetura, pros alunos é muito natural que a sua avaliação se dê através de projeto, porque eles sim conseguem contemplar, esteja eu projetando museu uma casa de bairro eu consigo me apoiar nos pilares que são fundamentais pro título de arquiteto urbanista né então eu acho que é bem esse olhar de o que que eu consigo perceber e mensurar de competência e conhecimento dentro de instrumento, né e de que forma ele possa fazer sentido. De novo voltando pro sentido né?
Speaker 2:Isso é a minha próxima pergunta era justamente essa né? Quais são os tipos mais eficazes digamos assim de instrumentos de avaliação e em que contextos cada é mais adequado porque não é não é possível né, aceitar ou assumir que uma prova, seja sempre inadequada ou sempre adequada, da mesma forma projeto né, eu vou ter determinadas competências que eu vou conseguir avaliar melhor num projeto do que numa prova e viceversa né, então acho que esse é essa esse é detalhe importante né mas a gente já é consenso né então que a gente tem diferentes tipos de instrumentos de avaliação e cada deles então vai ser mais favorável pra avaliar determinado tipo de de competências. Eu queria te fazer mais uma pergunta Fernanda sobre a relevância dos instrumentos ao longo do tempo né, como é que nós poderíamos garantir ou favorecer talvez né porque garantir talvez seja muito forte que os instrumentos de avaliação permaneçam relevantes com o passar do tempo será que tem como a gente fazer isso
Speaker 1:ah eu eu sou da opinião que tem sim na realidade toda vez que a gente está falando de currículo de curso de de uma lógica de construção de conhecimento em uma área específica, a gente sabe que as áreas assim como os currículos são vivas e elas precisam desses checkpoints em que a gente consiga mensurar né, como que está esse comportamento em determinada área será que o aluno está vendo o que que o mercado está cobrando lá fora, então e assim como a aplicação do instrumento e todo o processo né Joana assim eu penso se nós formos mapear o currículo com os currículos novos dos cursos talvez a gente já tem uma outra sensação do que aqui nos trouxe até aqui, né e isso vai implicar na forma como eu escolho instrumento e vai implicar na coleta né, e eu sempre gosto de trazer assim que o aluno quando a gente fala com os alunos sobre avaliação acadêmica, quando a gente fala com os alunos sobre a NAD, quando a gente fala com os alunos né, vamos pensar lá na área de direito exame de ordem toda vez que a gente fala sobre ferramentas em que ele está sendo avaliado eu acho que ele precisa entender que é espaço de valorização da dedicação dele do conhecimento adquirido então eu eu tenho a sensação assim de que toda vez que existe essa percepção de que eu estou fazendo isso pra contribuir com a minha formação, com a formação de quem está vindo depois de mim, faz com que o engajamento seja muito maior, com que a participação seja muito maior.
Speaker 1:Eu lembro dos alunos comentando né, comparando o nosso instrumento de coleta com o instrumento do governo federal né do então eu acho que temos como sempre revisitar esse espaço de coleta, e através do do que os próprios alunos trazem, pensar em possíveis alterações né, ah me parece que a gente não calibrou tão bem a mão pra uma determinado nível de questão, aqui a questão que eu considero severa não teve alcance tão bacana, então eu acho que é isso sabe é voltar com essa análise pro currículo, modificar o currículo, ter novos instrumentos de coleta, é pra mim é sílica, e é muito claro isso quando a gente conversa com outros professores outros coordenadores né que existe uma visão geral de que é processo cíclico e contínuo.
Speaker 2:Uhum isso e que uma vez implantado né ele só termina quando se decide não fazer o processo rodar né, então assim, não é assim ai quando é que termina esse ciclo, não ele é processo de fluxo contínuo né, e aí a ideia é que a gente só close the loop né que a gente feche aquele ciclo pra olhar pra aqueles resultados, pensar em ações de melhoria e aí implementar essas ações e aí ao coletar novos dados pra avaliar essas ações a gente já está num novo ciclo mas o processo segue ininterruptamente né então acho que essa, essa singularidade do processo né, ela precisa estar muito marcada e ela deve né ser compartilhada, com os alunos. Nossa Fernanda, a gente não eu não poderia Nati te agradecer menos né por tu estares aqui e teres compartilhado conosco os teus conhecimentos as tuas percepções e os teus, insights né de quem já passou, pelo processo como coordenadora de curso e agora acompanha né o processo como como gerente né então da nossa escola politécnica foi prazer te ter aqui aí eu queria que tu pudesse então é te despedir com alguma alguma mensagem final pode ser
Speaker 1:Perfeito lógico Diana o prazer é todo meu, obrigada pelo convite é sempre muito bom me aproximar dessa temática de gestão de aprendizagem, me aproximar de ti também. E eu queria deixar assim pra quem está nos ouvindo né que é processo que pode parecer né, trabalhoso, estamos criando uma ferramenta a mais, estamos né movimentando por vezes algumas estruturas, mas é muito importante a gente ter uma análise palpável de como a gente está vendo né esse conhecimento aparecer lá no nosso aluno, ali na na fase em que a gente define enfim a coleta eu acho que é muito gratificante né como professor como coordenadora a gente poder ter esse olhar que não é só de instrumento que nós fomos nós quem elaborou como é nos casos de outros instrumentos como o do governo federal que eu citei, então é uma palavra de ânimo aí pro pessoal que está navegando nisso, sigam em frente que vai valer a pena. Uhum.
Speaker 2:Exatamente, nossa muito bom. Pros nossos ouvintes né e alunos dessa disciplina eu gostaria de lembrar que vocês podem encontrar mais informações e recursos sobre esse tema especificamente essas duas etapas no rubi visual e no rubi de leitura em outras referências que eu disponibilizei também No próximo podcast nós vamos falar sobre as etapas de execução, então do processo de gestão da aprendizagem. Até a próxima então. Pósgraduação unicinos.