U24 | PÓS 7 - Humanidades - DCP 3

What is U24 | PÓS 7 - Humanidades - DCP 3?

Indicadores de Aprendizagem para a Gestão Educacional

Speaker 1:

Pósgraduação unicinos.

Speaker 2:

Olá, sejam bemvindos ao nosso podcast. Hoje, vamos aprofundar os tópicos que discutimos na nossa vídeo aula sobre o alinhamento institucional, bem como sobre as responsabilidades dos administradores, dos professores e dos funcionários no processo de gestão da aprendizagem. Naquela aula falamos sobre como esses elementos são cruciais para melhorar a qualidade do ensino da aprendizagem nas instituições educacionais. Agora vamos explorar ainda mais detalhadamente alguns aspectos. Na nossa videoaula abordamos a importância do alinhamento institucional para garantir que todas as práticas e todas as iniciativas estejam coerentemente instituição.

Speaker 2:

Discutimos também as responsabilidades específicas de administradores, professores e funcionários, não só na implementação, mas especialmente na sustentabilidade do processo de gestão da aprendizagem. Neste podcast vamos responder algumas questões importantes como por exemplo, como o alinhamento institucional contribui para a gestão eficaz da aprendizagem? Quais são as responsabilidades dos diferentes atores nesse processo? E como a colaboração entre eles pode ser promovida pra garantir o sucesso da gestão da aprendizagem? E pra refletir conosco e responder a essas perguntas, eu convido novamente a professora Cristiane Schinark.

Speaker 2:

Seja muito bemvinda, Cris. Pra começar tu poderias compartilhar conosco qual é a tua atuação hoje na área da educação?

Speaker 1:

Muito obrigada Jana, por esse convite de poder estar também nesse espaço falando de alinhamento institucional no âmbito do processo de gestão da aprendizagem. Atualmente eu desempenho a função, né, eu estou como gerente de desenvolvimento do ensino, que no âmbito, né, da do acadêmico na universidade, na UNISINOS, a universidade em que eu atuo, é a gerência que olha para os processos curriculares e pedagógicos. Então, currículo, práticas pedagógicas, formação docente, a internacionalização como processo de aprendizagem, de desenvolvimento pessoal e profissional, e também por conta disso tudo, o olhar para processo da aprendizagem a partir do lugar da gestão dessa aprendizagem, também faz parte né desse ecossistema de atividades em que a gente desenvolve que a gente desenvolve na gerência.

Speaker 2:

Muito bom Cris, muito bom sempre te ouvir, ainda mais né, quando a gente consegue te ouvir estabelecendo relações né, entre o teu fazer profissional e esses objetos né, que não são tão caros no no domínio da educação. Eu queria abrir aqui a nossa série de perguntas desse podcast te perguntando duas coisas, como tu percebes a importância do alinhamento institucional, para o processo de gestão da aprendizagem. E eu gostaria de te perguntar se tu poderias nos dar alguns exemplos de como isso tem sido implementado com sucesso.

Speaker 1:

Bom, ah acho que no outro podcast nós falávamos muito sobre a instituição. Que que é instituição, com como ela pode se beneficiar, né, a importância da gestão da aprendizagem para a instituição, né, acho que a palavra instituição estava bastante no nosso exemplo, de de conversa né? Bom, pra que essa instituição de fato possa ser o centro, o que precisa acontecer é alinhamento entre as pessoas envolvidas, entre as diferentes instâncias. As pessoas ocupam, desempenham, tem papéis distintos no processo da gestão da aprendizagem. Veja professor que vai lá na sua disciplina a ter ponto de coleta né, ter avaliações sendo realizadas para que dados possam ser fornecidos né, coletados, informações possam ser coletadas para o processo da gestão da aprendizagem, até uma instância bem mais superior, olhando pra, por exemplo, pra uma reitoria acadêmica pra entender em que contexto a instituição está em relação a, por exemplo, desenvolvimento das competências transversais, que por vezes são os pilares, né, do perfil degressa de alguma instituição, aquelas competências que malcam de determinada forma todo profissional formado por aquela instituição.

Speaker 1:

Então de que forma gestores em às vezes instâncias como decanatos, diretores, como é que eles podem olhar e saber de que esse perfil institucional está sendo desenvolvido enquanto perfil de egresso. Então todas essas pessoas precisam estar alinhadas em termos de propósitos, em termos de processos, etapas, entre outras. É fundamental que todos estejam alinhadas. E talvez algumas práticas então, muito, talvez fomentadas no nosso dia a dia né, Joana, que são premissas pra nós no desenvolvimento e implementação. Quero chamar atenção que eu tenho falado em desenvolvimento e implementação, né, não apenas de implementação ou de aplicação, justamente para reforçar que todo o processo de de gestão da aprendizagem ele é tomado na UNICS como processo de desenvolvimento.

Speaker 1:

Desenvolvese esse processo com as pessoas, e com as pessoas em instâncias distintas, então, por vezes eu preciso discutir os os propósitos desse processo de gestão da aprendizagem com diretorias né, pra definir prioridades por exemplo né, por onde vamos começar, que é uma das perguntas que muitas vezes a gente se faz bem no começo do desenvolvimento e implementação de processo de gestão da aprendizagem, o que queremos com isso? Mas o que queremos com o processo precisa estar visível pra todo mundo, porque senão eu não consigo desenvolver aquilo que é fundamental também que é o senso de confiança, de autenticidade e de protagonismo de todos nesse nesse processo. Então uma das estratégias né, uma das práticas que temos utilizado é, muito comunicação entre as diferentes instâncias, colaboração entre pares, né, porque o fato de nós colaborarmos uns com os outros, construirmos conjuntamente também, propicia que a gente possa cada vez mais se alinhar, né, porque é lugar que por vezes a gente apara algumas arestas, quando há algum ruído a gente consegue ali também colocar novamente todo mundo na mesma página entre outras.

Speaker 2:

A mimi ocorre que uma das palavras mais importantes dessa tua fala foi a palavra alinhamento, né? E tu falaste também em comunicação. Então, a partir dessa, né, desse quadro reflexivo, eu gostaria de te perguntar, sobre, né, a colaboração E0E0 engajamento, como a comunicação aberta e a promoção de uma cultura de colaboração entre todos os stakeholders podem melhorar a implementação do processo de gestão na aprendizagem.

Speaker 1:

Comunicação aberta e a colaboração né, a janela são fundamentais pra que o processo não seja de uma ou de outra pessoa, no processo seja da instituição. No momento em que todos né, que a gente possa falar de forma muito transparente, muito direta, muito honesta, e construir espaço de diálogo porque eu acho que isso também né Joana, quando conseguir entender que a comunicação aqui é Joana, quando conseguir entender que a comunicação aqui é tomada como lugar de mão dupla. É espaço em que as pessoas, as diferentes pessoas, os gestores, enfim, os professores né, todos, vão poder falar sobre fazer perguntas, colocar as suas questões e então construir essa alinhamento, né. É uma uma comunicação que prevê, que tem como premissa, que todos tenham garantido, e mais do que isso, sintam que tem o espaço de trazer as suas questões. E isso é fundamental pra que eu possa ter colaboração entre entre os diferentes profissionais.

Speaker 1:

Eu vou aqui talvez nomear professores e gestores pra simplificar, mas a gente sabe né, dependendo da instituição, vou ter decanos, terei diretorias, coordenações, porque depende muito da estrutura organizacional da instituição. Mas pra simplificar, vou chamar de professores e gestores, né? E aí, tentando englobar esse universo das organizações, né? Então, lugar de muita colaboração entre professores entre si, professores e gestores, e os diferentes gestores também entre si, pra que de novo, nesse senso de construção colaborativa com comunicação aberta, se possa ter o desenvolvimento de processo de gestão da aprendizagem que faça sentido para a instituição, e não para determinado grupo, determinado perfil. Isso não significa né, Jana, que num processo de colaboração, será feito tudo o que cada quiser.

Speaker 1:

Não, é no diálogo que se chega a consensos, e por vezes é uma definição de determinado grupo, de determinado grupo de gestores com diretrizes, eu vou ter diretrizes institucionais institucionais que precisam ser seguidas, por exemplo, né? Mas quanto mais eu conseguir deixar clara, deixar claras as diretrizes, né? Transparente, espaço de fazer perguntas, de não entendimento, ou mesmo espaço em que as pessoas possam expressar que não necessariamente estão em acordo, eu construo ali lugar de confiança, de respeito, que é uma premissa importante pra colaboração a partir dali. Bom, então se consegue instituir alinhamento institucional, de novo não significa que todos serão atendidos, todas as ideias, todas as diferentes formas de enxergar serão atendidas né, mas significa que todas são consideradas, mesmo quando eu tenho uma diretriz já instituída.

Speaker 2:

E daí nessa lógica, né Cris, é perguntar, opinar, refletir, são ações né internacionais dos diferentes sujeitos que são bem lindas né? Muitas vezes a gente pode pensar né, que grupo de professores, que tem várias questões sobre o processo, muitas perguntas, pode ser problema né, no desenvolvimento e na implantação de processo de gestão da aprendizagem. E na verdade, quanto mais né, quanto maior AAA cultura né de de colaboração e de comunicação aberta a instituição tiver mais à vontade, em princípio né, esses professores agora pra usar o exemplo dos professores, mais à vontade eles vão se sentir também pra poder perguntar e pra poder apreciar, pra poder julgar, isso que está acontecendo né e aí, eu quero, fazer agora uma uma reflexão específica sobre os gestores. Na tua opinião qual é o papel mais crítico que os gestores desempenham no processo de gestão da aprendizagem e como eles podem promover agora vamos falar de cultura de melhoria contínua não vamos falar de cultura de comunicação colaboração mas uma cultura para melhoria contínua.

Speaker 1:

E talvez comece pela a tua última parte da pergunta tá, Jana? É muito comum, né, antes no podcast anterior eu falava pouco de, em que medida usar o termo gestão da aprendizagem, marca lugar tanto quanto diferente do processo de avaliação. O processo de avaliação por si só prevê coleta, análise de dados e tomada de decisão. Para melhoria do processo de aprendizagem, essa é uma definição de avaliação. Na prática não necessariamente esse ciclo ele é instaurado.

Speaker 1:

Ele por vezes ele é uma, processo de prestação de contas e dizer se o aluno atingiu ou não, as, desenvolveu as competências previstas, mas enquanto o processo de melhoria desse processo de ensino e de aprendizagem não necessariamente, não significa que não aconteça, né? Mas então, marcase, em termos de terminologia, a gestão da aprendizagem como esse processo específico. E talvez é ponto mais crítico, né, Joana, disso, é, claro, eu poderia aqui ressaltar novamente a importância da colaboração, do engajamento dos professores, né, mas eu vou topicalizar outro aspecto que pra mim é fundamental, inclusive pra manter o engajamento dos professores, que é garantir que o ciclo se estabeleça, que ele não se encerre na coleta, que de fato aquilo em que a gente se propõe lá no início, quando começa desenvolver, implementar processo de gestão de aprendizagem, possa se materializar a cada si, e que os, que eu, que todos aqueles quando né, se desenha, quem vai ter acesso aos dados por exemplo, que tipo de ações podem estar previstas, enfim, né, né, que isso, que tenhamos a garantia de que isso vá acontecer, porque senão é mais processo de coleta de dados, de gerar dados que não implementa aquilo que a gente se propõe.

Speaker 1:

E na que que de fato nós nos orientamos pelo processo de gestão da aprendizagem e que isso passa a fazer parte do modo como nós fazemos a gestão dos cursos das disciplinas, então professor que é gestor da sua disciplina, por exemplo, né, ele é o professor mas se coloca como analista ali desses dados gerados na na sua turma, no momento em que eu consigo manter esse ciclo sempre vivo, de coleta, análise, implementação de melhorias e análise da implementação das melhorias pra ver então também o quão eficaz é, tanto mais eu construo uma cultura institucional de aprendizagem contínua né? Então talvez o ponto crítico aqui é garantir a manutenção, porque isso leva a uma manutenção também do engajamento dos professores, aquele senso de confiança, o que nós pactuamos no começo, de fato é o que está acontecendo, né, às vezes nas instituições a gente percebe pesquisa de satisfação, porque a é parte também de processo de gestão né, de de aprendizagem por exemplo através de dados mais indiretos da aprendizagem, mas há muita coleta de dados por vezes e nem sempre as pessoas envolvidas no processo percebem o que é feito com essas dados. E aí o processo pode cair em, num processo de menor credibilidade perante professores, alunos, enfim, as pessoas envolvidas.

Speaker 1:

Acho que é pouco nessa linha Joana que eu ressaltaria Uhum. Fundamental que os coordenadores né gestores

Speaker 2:

se atentassem. Uma verdadeira aula essa tua resposta. Eu queria ela mudar pouco o foco do do nosso olhar agora e pensar pouco a partir do que os professores podem fazer né com com a partir do processo de gestão de aprendizagem. A minha pergunta é, como tu achas que os professores poderiam utilizar os dados de avaliação pra melhorar as suas práticas pedagógicas? Aqui, né vamos fazer recorte a partir de processo de gestão da aprendizagem instaurado, né?

Speaker 2:

E aí se tu quiseres Cris por favor compartilhe conosco exemplo de sucesso, exemplo bemsucedido em relação a isso.

Speaker 1:

Bom, vou então no recorte né, implementado no nível de disciplina tá Jana, vou trazer esse contexto pros nossos alunos eu Perfeito. Contexto de gestão de aprendizagem em que eu quero olhar para os dados da disciplina e do desenvolvimento das competências que a disciplina se propõe a desenvolver, ou atividade acadêmica, como quisermos nomear dependendo da instituição, né. Então de que forma os professores podem se beneficiar, é durante o semestre ou o ano letivo mesmo, né? Olhar de que forma, de diferentes competências né, com esses dados mais sistematizados, diferentes competências estão sendo desenvolvidas. Uma discussão muito interessante que nós fazemos e o nosso, em geral, o sistema de avaliação das instituições é média, média ponderada, média simples, enfim dependendo ali né, mas o que aparece muito é a média do aluno, mas nenhum aluno é mediano, ele não está na média, mas a nota dele é uma média, né?

Speaker 1:

E a nota dele ser uma média ou o conceito tanto faz aqui se nós estamos falando de conceito ou nota, né, Janaína? É claro que, em geral, conceito traz consigo muito mais processo de avaliação formativa do que somativa, a nota traz muito mais embedada, digamos assim, uma noção de avaliação somativa. Mas tirando essa, né, se é uma avaliação formativa ou ou somativa do nossa, da nossa discussão, poder olhar para esses dados nos dá à luz, por exemplo, coloca à luz a uma disciplina, eu posso ter eixos distintos, eu posso ter níveis de profundidade das competências distintas, a média vai me dizer o total como é que esse aluno está em relação ao todo, mas eu não consigo prever ou ver ali nessa média ou no conceito onde é que mesmo as coisas podem ser diferentes, né? Então o processo da gestão da aprendizagem ele vai lançar luz, ele permite muito mais facilmente que o professor enxergue aquilo que a avaliação fez, que é o diagnóstico, é avaliação de desempenho, é trazer informações para tomada de decisão. Então, o professor, exemplo, né, que tu estás, aqui a gente, acho que é importante materializar, então uma disciplina de introdução química tem lá diferentes competências, níveis de competências que o aluno precisa desenvolver, algumas muito mais elementares, se a gente for pensar em pirâmide de Bloom, né?

Speaker 1:

Algumas são de base, identificação, aquelas super iniciais, né, o aluno precisa conseguir decodificar algo, identificar, daí usando terminologias nossas, citar, né, mas ele também tem pouco de algumas outras competências mais robustas, desenvolver, talvez até aplicar, aplicar algum conceito a determinado contexto, né, aplicar fórmulas a determinados contextos. Quando eu olho só pra média ou conceito final, eu não sei se onde eu preciso melhorar seu lá naquelas questões mais, por exemplo, se eu olhar em termo de pirâmide de Bloom, ou onde é que estão as questões. Eu não sei em que conteúdo específico estão os pontos de melhorias. E essa é, talvez uma das questões em termos de ao longo do semestre, mais importantes. Mas eu também tenho né Joana a possibilidade de o professor que tem disciplinas ao longo do tempo conseguir estabelecer parâmetros também em relação a isso.

Speaker 1:

Bom em que medida algumas coisas vão se modificando que mostra o que talvez seu perfil do aluno tem modificado, né, não é uma questão apenas de semestre, é uma questão de mais semestres ou de repente alguma coisa aconteceu que os alunos começam a não ir tão bem em determinada parte ou não desenvolvem determinadas competências naquela minha disciplina que eu e talvez antes não acontecia isso. Então o que que está acontecendo? É uma geração que vem diferente, são competências que ele deveria ter desenvolvido e não desenvolveu, ou mesmo em relação ao currículo. Uma disciplina que muda de lugar no currículo, por exemplo. Enfim, eu tenho dados pra olhar pra esse contexto e entender o que que está acontecendo com esses meus alunos.

Speaker 1:

Pra citar talvez duas situações, né, dois exemplos daquilo que a gente pode fazer, tanto ao longo de né, entendendo tendências talvez aí de aprendizagem em determinada área.

Speaker 2:

Nós poderíamos conversar por horas sobre isso né, mas eu queria sublinhar né, que essa, a tua resposta né Cris, ela considerou duas dimensões né, ela considerou a dimensão currículo ela considerou também a dimensão atividade acadêmica. E como nós estamos nos encaminhando para o final antes de te agradar o Fê e nos despedirmos, eu queria que tu pudesse né deixar então uma fala final pros pros alunos né dessa disciplina pros nossos ouvintes que a esta altura né já estão sensibilizados então pra pra importância né e pros benefícios que processo de gestão de aprendizagem orientado a partir de uma perspectiva política de melhoria contínua né, pode trazer pra pode trazer pras instituições ou pra instituição em que ele em que ele ocorre.

Speaker 1:

Então eu assim espero, né Joana, que nós tenhamos essa desenvolvido né ou pelo menos trazido aqui alguns olhares importantes sobre a gestão da aprendizagem, que fomentem que os alunos, nossos ouvintes podem ir buscar outras informações, não se restrinjam a esse espaço aqui, desse diálogo, mas acessem também todos os materiais, né, da tua disciplina e possam ir além, possam buscar diálogo nas suas instituições e levar consigo talvez à premissa mais importante. O processo de gestão da aprendizagem é processo autoral de cada instituição. Ela permite que a instituição desenvolva ferramentas, modos de olhar pra si mesmo, seja dentro da disciplina, seja institucionalmente em termos de currículo por exemplo, ela dá, ela auxilia a instituição a se olhar, a se perceber, pra que ela possa então tomar decisões e saiba em que ponto da caminhada de materialização da sua missão e da sua visão, ela está e em relação ao seu compromisso educacional. Então é processo importante e robusto e que deve então ali fomentar o diálogo entre tantas pessoas que fazem parte da do processo de ensino aprendizagem e devem ser encaradas, né, tomadas como lugar como eu disse agora por, de autoconhecimento institucional, autoconhecimento contínuo né, assim de desenvolvimento institucional.

Speaker 2:

Maravilha, Cris. Muito obrigada mais uma vez né por compartilhar teu conhecimento, tua experiência, tuas perspectivas e teus insights conosco. Foi prazer te ter aqui e eu também gostaria de

Speaker 1:

Jana. Pósgraduação Unisinos.