Carioca Connection - Brazilian Portuguese Conversation

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In this episode of Carioca Connection, Alexia and her dad, Marco Antonio, talk about their five-day father-daughter trip to Belgium. This is Part 1: getting there and their first night in Brussels, told entirely in natural Brazilian Portuguese.

You'll pick up the real vocabulary of travel: airports, trains, checking into a hotel, ordering food, and getting around a new city. Because it's two family members talking the way they actually talk, you'll hear the rhythm, slang, and back-and-forth that textbooks and apps leave out, the kind of Portuguese that trains your ear for real conversations. It's a warm, funny listen between a father and daughter, and an easy way to learn while you enjoy the story.

As always, this episode is full of authentic Brazilian Portuguese that you won't find in textbooks or apps. Enjoy!

E agora em português... 🇧🇷

Neste episódio do Carioca Connection, Alexia e o pai dela, Marco Antonio, falam sobre a viagem de cinco dias de pai e filha para a Bélgica. Esta é a Parte 1: a chegada e a primeira noite em Bruxelas, tudo em português brasileiro natural.

Você vai aprender o vocabulário real de quem viaja: aeroporto, trem, check-in no hotel, pedir comida e se virar numa cidade nova. Como são dois familiares conversando do jeito que conversam de verdade, você vai ouvir o ritmo, as gírias e o vai e vem que os livros didáticos e os aplicativos deixam de fora, aquele português que treina o seu ouvido para conversas reais. É uma escuta leve e divertida entre pai e filha, e um jeito fácil de aprender curtindo a história.

Como sempre, este episódio está cheio de português brasileiro autêntico que você não vai encontrar em livros didáticos ou aplicativos. Aproveite!
  • (00:00) - Apresentação da dupla — Alexia e Marco Antônio
  • (00:40) - Preparativos e chegada ao aeroporto do Porto
  • (02:54) - Primeiros percalços: relógio perdido e surpresa no embarque
  • (06:07) - Do aeroporto de Bruxelas à estação de trem: compra de bilhetes e confusões
  • (09:02) - Primeiros passos pela cidade e check-in no hotel
  • (11:13) - Primeira noite: comida grega e a Grand Place
  • (13:37) - Galeries Royales e retorno ao hotel
  • (14:45) - Encerramento do dia e planos para Bruges

Carioca Connection is turning 10 years old! 🥳

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Aquele abraço,
Alexia & Foster 🇧🇷

Creators and Guests

Host
Alexia Souza
Co-host of Carioca Connection
Host
Foster Hodge
Co-host of Carioca Connection

What is Carioca Connection - Brazilian Portuguese Conversation?

Learn Brazilian Portuguese with real-life conversations you'll never find in textbooks or apps. Join bilingual hosts Alexia (🇧🇷 native speaker) and Foster (🇺🇸 learner) as they share their daily life through compelling conversations that will help you understand native speakers more clearly and speak Brazilian Portuguese with confidence.

Alexia:

Oi oi pessoal e bem-vindos a mais 1 episódio do Carioca Connection, meu nome é Alexia e hoje eu estou aqui com 1 pessoa muito especial que é o nosso querido Marco Antônio, meu pai. Oi pai.

Marco Antonio:

Oi tudo bem minha gente? Oi filhota.

Alexia:

Tudo bem e com você?

Marco Antonio:

Também ótimo maravilhoso.

Alexia:

Bom hoje nós temos 1 pauta para encarar.

Marco Antonio:

Pois é.

Alexia:

Na verdade nós vamos gravar alguns episódios sobre a nossa viagem de pai e filha para Bélgica. Maravilha. Vamos começar do começo?

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

Então pronto, a gente ficou 5 dias não é, na Bélgica, foi do dia 6 ao dia 11, só que dia 6 e dia 11 a gente estava viajando, ou seja, a gente não conta muito essas chegadas e essas partidas digamos assim, mas o dia que a gente foi foi a sua primeira vez em 7 anos que você pisou em 1 aeroporto, você não conhecia o aeroporto do Porto na parte de embarque, você só conhecia na parte de desembarque. Como é que foi para você?

Marco Antonio:

Foi ótimo, quer dizer, sem grandes emoções mas saindo do Porto, quebrando a rotina, isso sim foi importante.

Alexia:

Sim, mas o aeroporto do Porto eu gosto de falar para as pessoas que é 1 aeroporto muito bom, é pequeno mas tem tudo, você consegue se entender, você não fica perdido sem saber onde é que é o portão, você teve esse sentimento?

Marco Antonio:

Tive 1 aeroporto. Bastante íntimo, bacana.

Alexia:

Outra coisa também que deve ter sido novidade para você é que eu por exemplo fiz o check-in todo online, já que a gente foi de malinha de mão, a gente não precisava passar pelo pelo pelo balcão não é, da companhia aérea, etcétera, e a gente tinha o bilhete no celular. Digital. É a sua primeira vez com isso não é?

Marco Antonio:

Também, colocar lá de de ladinho e tudo bem, você passa brincando. Mudou muito da minha época, da minha época que você tinha que mostrar passaporte, passagem, enfim, tudo tudo tudo no balcão.

Alexia:

Sim, é. Agora a gente está falando de 1 voo que é Portugal-Bélgica, ou seja fica dentro da União Europeia. Se você fosse para 1 algum país que fosse fora da União Europeia você teria que passar por imigração, mostrar passaporte, etcétera, como? Não tem isso, foi 1 coisa muito mais simples e muito mais fácil, certo?

Marco Antonio:

Foi, fora colocar tudo na na na que a gente levava naquele naquelas naqueles plásticos, e nessa daí eu tirei meu relógio.

Alexia:

Não, na hora do raio x. É. Na bandeja.

Marco Antonio:

Na bandeja, de plástico. Eu coloquei tudo, o Alexia também colocou tudo e na volta nós esquecemos os relógios, ela voltou, pegou o dela e o meu sumiu.

Alexia:

O seu sumiu em 1 piscar de olhos.

Marco Antonio:

Que coisa impressionante não é?

Alexia:

É, e olha que o meu era mais caro que o seu.

Marco Antonio:

10 vezes.

Alexia:

Então já tivemos esse pequeno soluço no começo da viagem mas isso não acabou com a.

Marco Antonio:

Não, nem nem pensamos.

Alexia:

Muito bom. Então, aí a gente sentou para tomar 1 cafezinho não é, você gostou do restaurantezinho que eu te levei lá no Porto?

Marco Antonio:

Sim, muito bom, eu sei que é o restaurante favorito de Silvio Foster quando vocês vão viajar, espetacular.

Alexia:

Sim, e depois chegou a hora da gente embarcar, e na hora do embarque era aquilo não é grupo 1 2 3 4 e a gente era o quinto porque nós éramos no começo do do do avião.

Marco Antonio:

Sim.

Alexia:

E por incrível que pareça não tiraram as nossas malinhas de mão, a gente conseguiu ficar com as malinhas de mão. Entramos no avião sentamos muito bem foi tudo tranquilo e eu não é normalmente a gente recebe água para beber 1 1 coisa assim é 1 voo de 2 horas e meia super simples não tinha nada não é pai?

Marco Antonio:

Nada. É assim, 1 1 pessoa com muita sede ao chegar em Bruxelas estaria morrendo de sede porque não tem nem água.

Alexia:

Tinha que comprar.

Marco Antonio:

Sim, mas é isso é muito estranho para mim. Porque mesmo na na na nas classes turísticas etcétera da Varig, aquelas companhias antigamente, você chegava e já recebia 1 1 suco de laranja, alguma coisa na primeira classe, eu vinha 1 champanhe para te dar boas-vindas. O que eu tinha era 1 carrinho insensível que passava por mim e o cara perguntava vai comprar alguma coisa? Dá até raiva, dá até raiva.

Alexia:

E a gente eu não fazia ideia disso que eles não iam oferecer nada e eu pensei sinceramente que eles primeiro estavam passando para ver quem queria comprar sanduíche, 1 bebida diferente e depois eles iam voltar e oferecer 1 água, 1 Coca, alguma coisa assim, com nem que fossem amendoins para o resto da pessoal, nada, foi minha primeira vez passando por isso, eu nunca tinha passado por isso e fiquei chocada.

Marco Antonio:

0 e é e ainda por cima olhares frios assim o senhor não vai comparar nada? Que absurdo.

Alexia:

Mas o voo foi muito tranquilo não é pai?

Marco Antonio:

Tranquilíssimo, 1 beleza, só que nós chegamos em Bruxelas sedentos.

Alexia:

Aí a gente tinha levado a nossa garrafinha de água, fui e enchi de água, meu pai também, a gente conseguiu beber água e deu tudo certo. E o que é assim, eu não sei quem de vocês que está escutando a gente já foi para Bruxelas mas quando você chega em Bruxelas tem no último andar praticamente a estação de trem que você de lá consegue pegar trem para cima e para baixo ou até para outros países não é? Sim. De lá. Então nós fomos, descemos e tal, eu consegui comprar sem problema algum na maquininha, foi muito simples comprar, só que quando saíram os bilhetes de viagem do do trem, falava assim, Bruxelas aeroporto para Bruxelas Central.

Alexia:

Não falava assento, não falava nada e não falava principalmente qual era a linha do trem, qual era o trem que nem tinha que pegar nem nada. E isso foi muito engraçado, não foi?

Marco Antonio:

Foi, a gente teve que descobrir, é pelo faro perguntando e e se afligindo. Agora deixa eu voltar só 1 minuto na água para não fazerem 1 ideia da gente. Não é que a gente não não não tinha dinheiro para pagar água, claro que tínhamos, mas dá raiva de você pagar por 1 copo d'água, honestamente, raiva. Mas vamos lá.

Alexia:

Bom, aí a gente chegou no na estação de trem compramos o bilhete e aí a gente passou pela catraca, catraca é aquele é onde você bota o bilhete e aí as portinhas abrem não é para passar, e aí a gente desceu para 1 lado, aí olhou para cima viu o trem que estava escrito era 1 trem sei lá para 1 x lugar olhou para o outro era para 1 outro x lugar só mostrava A0A0 destino final, não mostravam as paragens, e aí a gente não sabia para onde estava indo. Bom, aí eu virei para o meu pai e falei pai vai perguntar para aquela menina porque meu pai fala francês, aí eu botei ele para perguntar, eu fui junto para escutar, aí ela falou em 5 minutos linha 3, aí a gente ficou assim, mas onde é linha 3 não é, tipo para onde a gente vai? Aí a gente descobriu, aí entramos no no vagão só que a gente tinha comprado achando que estamos sendo o máximo o primeira classe só que a gente estava na

Marco Antonio:

No meio do trem.

Alexia:

No meio do trem que não era a primeira classe, então a gente teve que correr para tentar achar o primeira classe, a gente nunca achou primeira classe e entramos em qualquer lugar e que se dane, aí a gente aprendeu não é, que não adianta nada.

Marco Antonio:

Adianta nada, é igualzinho.

Alexia:

E do aeroporto para Bruxelas Central foram 15 minutos, super simples não é?

Marco Antonio:

Tranquilo.

Alexia:

Chegando em Bruxelas Central, 1 estação de trem grande, bonita, cheio de gente para lá e para cá, sobe escada, sobe mais escada, aí chegamos na praça da Espanha, descemos a praça da Espanha e chegamos no nosso hotel.

Marco Antonio:

Exatamente é dá para fazer a pé tranquilo se não estiver chovendo.

Alexia:

Sim, espera aí, só 1 minuto. Saúde? Daria para fazer até chovendo pai, era só botar a capa de chuva e o guarda-chuva a gente conseguiria fazer literalmente 5 minutos andando, chovendo. Sim. Então.

Marco Antonio:

Estou entendendo. Não eu estou dizendo se tiver 1 tempestade não dá para. Sim. E lá tem Alexia.

Alexia:

Isso assim como aqui no Porto. É. É eu sei disso. Chegamos no nosso hotel e aí o recepcionista foi e perguntou tudo em inglês para gente quando ele viu o nosso sobrenome era 1 português.

Marco Antonio:

1 português carente. Que emendou 1 conversa de meia hora com a gente saudosa de Portugal. Mas tudo bem, ele foi simpático, só que a gente teve que cortar delicadamente para poder ir para o quarto.

Alexia:

Ele era do Sul, eu nunca tinha ido para o Porto não é, tinha 1 coisa dessas aí ficava perguntando, aí falava sobre a água do Porto, que a água era dura, imagina a Bélgica não era, aquelas coisas assim, é muito engraçado.

Marco Antonio:

Por aí. Sim, foi foi 1 recepção bastante portuguesa.

Alexia:

É, chegamos no nosso quarto, fizemos o quarto simples mas com a cama gostosa que nos impressionou, não foi pai?

Marco Antonio:

O quarto é pequeno, como nesses hotéis, perfeito, ele tem 1 cama boa, ele tem 1 travesseiro bom, isso é raro, ele tem 1 banho espetacular.

Alexia:

O banho foi muito bom.

Marco Antonio:

Maravilhoso, o aquecimento perfeito, o ar condicionado perfeito, tudo muito bem. É. Nota 10.

Alexia:

Pois é. Aí saímos para dar 1 voltinha não é, para o Bruxelas. Levei meu pai para comer comida grega, pela primeira vez ele ia comer 1 comida grega, não foi pai. Gostou?

Marco Antonio:

Mais ou menos, porque não quero comida grega porque eu estava meio cansado e eu comi 1 salada com muito e fiquei conversando com o pepino, 1 meia hora mas o resto tudo bem.

Alexia:

Mas o lugar era muito interessante, era como se fosse 1 time out para as pessoas conhecem o timeout são vários restaurantes juntos, então você tinha vários restaurantes para escolher, tinha 1 lugar para sentar e tal e ficava perto do hotel, e aí saindo de lá ainda era ainda estava antes do pôr do sol a gente foi ver a Grand Place.

Marco Antonio:

Sim maravilhosa 1 das praças mais bonitas da Europa impressionante.

Alexia:

Que que te impressionou mais a Grand Place?

Marco Antonio:

Ela, a Grand Place, não dá para destacar 1 coisa nela, o conjunto dela é 1 coisa impressionante, aquela arquitetura típica belga e não é bem a arquitetura típica belga, belga do norte não é, o que os franceses chamam de e é maravilhosa, espetacular.

Alexia:

E tinha 1, eu não sei se eu achei a inteiramente mas tinha aquele prédio super gótico.

Marco Antonio:

Sim, 1 mistura de de de estilos, mas o visual dela no geral, sem deixar o olho parar em 1 detalhe, é de 1 grandiosidade tranquila, elegante, linda, muito muito bonita.

Alexia:

Eu também achei. E muita gente não é?

Marco Antonio:

Muita gente, ali é o ponto central de todos os turistas e a Bélgica é 1 país super turístico.

Alexia:

E depois a gente passou por dentro das Galerie Royale, que é onde tem todas as lojinhas e tal que é 1 galeria muito bonita mas de novo, muita gente.

Marco Antonio:

Muita gente.

Alexia:

Ah qual é o nome daquela galery super famosa de Milão?

Marco Antonio:

É Vitória, é é o nome do rei.

Alexia:

É, mas enfim, é também tem Paris, tem nas grandes cidades europeias não é sempre tem 1 dessa forma. Tem. Essa de Bruxelas me impressionou mas nem tanto, eu achei bonita mas eu acho que pela quantidade de gente perdeu 1 pouco da do do

Marco Antonio:

Do charme.

Alexia:

Do charme, exatamente mas tem tudo lá, tem os chocolates, tem as lojinhas, tem os diamantes da Antuérpia, tem tudo que você quiser de fazer compras, tem tem lá. E a Galeria era no caminho de volta para o hotel não é, então a gente passava por lá, chegava na rua, voltava para o hotel e pronto, e esse foi o nosso primeiro dia chegando em Bruxelas.

Marco Antonio:

Exatamente.

Alexia:

Não é? Tem mais alguma coisa que você lembre desse primeiro dia que você gostaria de acrescentar?

Marco Antonio:

Não, honestamente não, foi foi 1 dia porque esse negócio do voo ele dura 2 horas 2 horas e

Alexia:

a gente pegou 1 1 voo à tarde.

Marco Antonio:

É mas você começa a viajar muito antes não é, e enfim 1 pouco de cansaço nessa hora aí que a que a Alexia falou porque tudo que se faz lá é a pé.

Alexia:

E não só isso, com a dona Alexia, Marco Antônio já sabia que no outro dia ia acordar às 7 da manhã.

Marco Antonio:

Sim, isso daí, seria 1 sofrimento psicológico que começou naquela hora.

Alexia:

Então nós fomos dormir cedo, e no dia seguinte a gente fez a nossa primeira viagem de trem na Bélgica e fomos para Brus. Então no próximo episódio a gente vai contar 1 pouco sobre Brush.

Marco Antonio:

Sim, a cidade 1 das mais lindas da Bélgica sem dúvida alguma do mundo. Sim.

Alexia:

No próximo episódio a gente

Marco Antonio:

vai

Alexia:

contar. Então obrigada pai e nos falamos no próximo episódio.

Marco Antonio:

Está bem filha.

Alexia:

Tchau.

Marco Antonio:

Tchau.