U24 | PÓS 9 - Salton - DCP 7

What is U24 | PÓS 9 - Salton - DCP 7?

ESG na Indústria do Vinho

Speaker 1:

Pósgraduação unicinos. Olá pessoal eu sou o Vitor Guinberg e estamos começando agora o nosso podcast ESG Além do Marketing, dos aprofundamentos da temática O Que Não É ESG na Nossa disciplina ESG na Indústria do Vinho. Hoje estamos continuando a nossa conversa com a professora Vivian Blasso, e pra quem já esqueceu das suas incríveis credenciais, vou relembrar que ela é bacharel em comunicação social e relações públicas com mestrado e doutorado em ciências sociais e antropologia pela PUC São Paulo, tem pósdoutorado no programa de cidades globais no instituto de estudos avançados da USP, e mobilização da sociedade civil na implantação de políticas públicas com ênfase em adbocacy. Ela é pesquisadora, professora em várias universidades, inclusive a FAAP, Belas Artes, ESPM, é coidealizadora dos cidades afetivas, conselheira gestora do Cades parque, parque Leopoldina Orlando Vilas Boas e artista com diversas produções visuais ligadas ao meio ambiente e sustentabilidade. Vivian, muito obrigado por continuar essa conversa aí com a gente.

Speaker 2:

Vitor, eu que agradeço, pra mim é 1 honra estar aqui compartilhando conhecimento e conteúdo com vocês, pra mim é sempre prazer falar sobre a questão da sustentabilidade, obrigada. O nome desse podcast já é provocativo

Speaker 1:

mas evoca problema na discussão sobre ESG, que é

Speaker 2:

Olha Olha Vitor, sem dúvida alguma essa é de fato 1 grande provocação, porque na verdade é isso eu vou falar até pouco da minha experiência como consultora né, de empresas, as empresas às vezes elas querem resolver algo assim emergencial, ela quer 1 campanha de incentivo que tenha como parâmetro a questão da sustentabilidade ou elas querem resolver algum conflito dentro da sua cultura interna né que está relacionada por exemplo a conflito geracional e aí ela tem a questão da diversidade então ela solicita 1 consultoria e ela fica muito com medo de mexer na nas suas bases estruturais. O que que eu chamo de brasas bases estruturais? No g da governança, porque o que que é esse aspecto g da governança que está presente aí dentro, por exemplo, da sigla ESG. Ela tem as premissas né básicas elas estão relacionadas a planejamento estratégico e como a organização se posiciona costumo dizer que não existe marketing se você não tem 1 intenção, se você não tem posicionamento por quê? O marketing é aquilo que pode ser sentido no coração mas ele é percebido na voz, na boca, na opinião, nas redes sociais, no calor do acontecimento.

Speaker 2:

Então quando eu estou falando disso, eu estou observando a conduta do meu funcionário, eu estou observando a conduta do meu presidente, eu estou observando a conduta do conselho de administração e mais, eu estou observando a conduta de quem são os influenciadores que estão aprovando e acompanhando essa marca, quem são esses embaixadores então quando a gente fala de como as empresas podem alinhar a sua comunicação corporativa para além dessas ações de marketing não que ela seja não sejam importantes, a gente está falando de 1 mudança de mentalidade ou seja o aspecto cultural, eu preciso mexer nessas bases estruturais, preparar a minha organização pra que ela tenha só solo fértil e que ela consiga de fato adentrar para este universo que está relacionado com a questão da sustentabilidade. Se eu não tiver 1 mudança de comportamento, 1 mudança nos aspectos da cultura da organização, ou seja, as bases pelas quais ela ela se estrutura, eu não vou ter 1 transformação efetiva em relação a SG a questão da sustentabilidade. 1 coisa que

Speaker 1:

eu falei bastante na disciplina é que esse g não é braço filantrópico da empresa, não é que elas são social, não é que ele que alguns fazem e que lógico tem sua importância, mas que não tratam de realinhamento do negócio em si. Você acha que isso é 1 debilidade sobre a formação em geral sobre o que que é o ESG? A gente discutiu pouco no podcast passado e na disciplina sobre o ESG, mas a gente acaba se enviesando por esse lugar que eu entre aspas vou dizer fácil. Você acha que tem alguma coisa na formação que leva a gente pra esse lugar? Ou realmente é porque a gente tem desconhecimento amplo sobre

Speaker 2:

ESG? Vitor, eu eu adorei a sua pergunta, eu acho que tem as 2 questões dentro dessa pra te responder. Então a gente tem problema pedagógico, que eu acho que é das foi da formação, a gente precisa ter 1 formação de profissional contemporâneo que entenda profundamente a importância e a relevância do que quer dizer essa sopa de letrinhas, es g. A segunda questão é que a própria nossa estrutura educacional ela traz pra gente pensamento altamente fragmentado, então a gente perde a noção de quem somos né, em relação ao outro, a sociedade e a nossa relação com a natureza quando a gente perde essa relação de que nós somos a natureza nós perdemos a nossa dimensão de que nós somos interdependentes, assim como a gente também perde a nossa relação de caos e efeito, ou seja, quais são os impactos e as consequências, quais são as prevenções em relação aos riscos que nós podemos nos anteceder em relação, por exemplo, à questão climática, à questão ambiental. Então isso tudo é fruto de pensamento que ficou fragmentado e ele se acentua agora com a vida nas redes digitais, porque quando a gente se fecha dentro dessa vida nas redes digitais, a gente acaba se fechando para o novo, então fica tudo muito confortável e a gente perde a nossa capacidade de conhecer o novo.

Speaker 2:

Quando a gente perde essa capacidade de conhecer o novo, o que que vai acontecer? Naturalmente, o pensamento vai ficando mais envelhecido porque eu não vou ter inovação. Veja, a parte filantrópica ela é muito importante sem dúvida, né a responsabilidade social responsabilidade corporativa mas ela não resolve as questões essenciais que por exemplo quando 1 grande empresa ela resolve fazer essa transição e ela opta por fazer novo design, design mais ecológico, design voltado para 1 circularidade, o que que vai acontecer? A empresa então está investindo seu tempo, está investindo seu talento em criar subsídios e mecanismos para que ela possa diminuir o seu impacto sócio ambiental. Então eu acho que tudo isso tem a ver com essa forma de como a gente aprendeu na escola, desde a formação da escola, isso está mudando né, a gente já tem novas diretrizes educacionais pra ensino médio, pra educação básica, que tem essa previsão em relação à questão climática, a educação pelo para o clima, pra que a gente possa principalmente nesse momento que vivemos tempos extremos trabalhar com questões relacionadas à prevenção e riscos né, então por isso que vocês devem ter recebido aí em todas as cidades isso é 1 1 questão federal, os alertas de Defesa Civil em relação aos eventos extremos né, nesse momento agora pelo menos aqui em São Paulo em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro foram os lugares onde eu estive no meu período aí das férias a gente escutava em alta e bom som os alertas relacionados à prevenção e riscos referentes a enchentes e

Speaker 1:

inundações. Pessoas que acham que é muito forçada a comunicação sobre a agenda sustentável, agenda ESG em geral com que eles agregam ESG na na rotina né, tanto esse lado social quanto o lado de governança. Como a gente discutiu existe sim valor pro consumidor se a empresa ela é consciente? Então por que que as pessoas têm 1 reticência em acreditar nisso? Como que 1 empresa ela pode destacar o que ela tem feito, tentar embalar isso como consciência e e positivamente que ela está implantando a agenda ESG, sem ser crucificada pelo público né pra pra ir pra além do marketing, mas enfim se beneficiar de estar fazendo o que é correto.

Speaker 2:

Aí eu vou usar conceito Vitor que eu uso em sala de aula quando eu falo da primeira aula o que que é marketing, eu pergunto pros alunos o que é marketing, faço 1 série de provocações e eu coloco algumas imagens que são imagens geralmente polêmicas de algum fato que aconteceu na sociedade e peço para eles decodificar essa mensagem quando eu faço isso geralmente eles vão falando né do daquela imagem o que que aquela mensagem quer dizer eles procuram rapidamente na internet para poder ver o que que tá falando sobre aquele Fato né e eu eu finalizo com eles a seguinte questão falou gente marketing é sempre sobre as pessoas e como essas pessoas se comportam. Na questão da do ESG, eu acho que o que banaliza e o que faz as pessoas caírem nesse descrédito em relação às atitudes das empresas quando elas fazem 1 ação de marketing e essa ação ela não está bem estruturada dentro dos princípios de governança por exemplo, dentro da sua política, dentro das suas diretrizes, dentro do seu código de conduta e ética, é porque essa empresa de fato ela só fez 1 ação mercadológica e se esqueceu de quais são os seus princípios, de quais são os seus compromissos publicamente assumidos com as pautas, tanto seja a pauta identitária, tanto a questão ambiental a questão climática Então é tudo isso tem a ver com valores e aí esse conjunto de valores e crenças que faz com que a gente seja atraído ou não tanto por marcas quanto por pessoas, ou seja, o que a gente chama de dinâmica da influência.

Speaker 2:

Então as empresas que queiram ter 1 boa dinâmica de influência na questão ESG ela precisa protagonizar mudanças e que mudanças são essas? Por exemplo, empresas que estão investindo em políticas públicas, elas hoje já têm profissionais especializados nessa área de advocacia, né, ou seja, de ajudar a protagonizar mudanças efetivas através de leis, de transformações de comportamentos em outras instâncias que não seja só o seu a sua Instância de funcionários e colaboradores não que não seja importante mas ela também é mas que elas também querem protagonizar 1 mudança na sociedade. Então é para além do marketing relacionado a causas, são empresas interessadas nesse arcabouço jurídico tecnológico pedagógico dos quais as empresas vão protagonizando essas transformações na sociedade porque quando a gente fala dessa dimensão Vitor a gente fala da dimensão cultural e essa dimensão cultural ela requer tempo para transformação veja já estamos aí em 2025 com a geração beta nascendo já temos filhos de geração z o que isso impacta na sociedade em relação a todas as gerações que nos antecederam. É dessas premissas que a gente precisa observar essas bases essenciais de transformação desse comportamento contemporâneo pra que a gente possa ter então empresas sólidas capazes de nos ajudar a produzir sentido e valores na sociedade contemporânea então eu vejo isso muito hoje presente em marcas que querem protagonizar essa mudança.

Speaker 2:

Como por exemplo a Natura, o Itaú, a gente tem aqui algumas marcas, que já estão se antecedendo a essas transformações por exemplo em relação à prevenção e risco climático, a compromissos relacionados em em em zerar suas emissões de carbono, então são compromissos públicos assumidos ou seja existe 1 verdade sendo produzida, existe 1 intenção, existe 1 vontade de deixar legado melhor então consumidor hoje está atento e ele vai vai de fato questionar né se isso se aquela empresa está dizendo ou não a verdade porque a internet

Speaker 1:

não vai perdoar Agora olhando por esse lado você falou enquadramento que eu acredito, que é o enquadramento de investimento. Mas 1 das coisas que afastam algumas empresas justamente de aprofundar e e embarcar na pauta ESG é essa questão de custo. E elas vêm dessa forma, vêm como custo. Você acha que deveria ser visto, como como a gente poderia se aproximar mais dessa lógica de investimento? Como que isso se paga pra empresa num curto médio e longo prazo?

Speaker 1:

A gente nesse contexto da disciplina né dessa dessa pósgraduação a gente olha pra pra pra indústria do vinho brasileiro, que é 1 indústria que tem forte competitividade do mercado estrangeiro então, como que esse público olha e fala assim, eu vou investir nisso, eu vou me projetar dessa forma pro público porque vai ter algum reconhecimento, mas como que pra além desse esforço que também é esforço de marketing que também demanda investimento, como que isso retorna pra empresa no curto médio e longo prazo?

Speaker 2:

Aí Vitor, essa pergunta é a pergunta de milhões né? Mas vamos lá. É bom pensando inclusive no setor né de bebidas como você colocou a gente sabe que 1 das coisas mais importantes que estão relacionadas na nossa realidade brasileira são aspectos relacionados à governança tá quando eu falo dessa governança a gente precisa ter 1 governança que seja capaz de por exemplo não permitir por exemplo a questão do trabalho análogo à escravidão né então é que eu posso qualificar, empregar essas pessoas, trabalhar com essas pessoas de 1 forma que eu consiga manter a minha qualidade, os parâmetros de competitividade como você colocou e ainda pensar na questão climática. Existem já muitos mecanismos que estão relacionados a processos de selo e certificações, por exemplo, que consegue através de grande diagnóstico que é feito periodicamente a cada ano, além dos relatórios de sustentabilidade, aonde a empresa consegue enxergar quais são os seus desafios, as suas oportunidades, quais são os gargalos que ela tem, aonde ela está perdendo dinheiro e como ela pode ser mais cultura mais regenerativa, levando vida para esses sistemas, ela consegue de fato performar melhor. Então não dá pra fazer 1 mudança estrutural abrupta de 1 vez só, mas por exemplo a minha sugestão eu começaria por 1 categoria de produtos né, E aí dentro desse produto eu faria todo estudo de viabilidade técnica econômica, levando em consideração todas as diretrizes que nós já temos hoje a partir, por exemplo, dos relatórios setoriais, dos relatórios sustentabilidade, dos mecanismos que nós já temos, conhecimento inclusive disponível de forma gratuita na internet com auxílio de consultores, de profissionais especializados, para que a gente possa ensaiar essa essas ferramentas e verificar a viabilidade técnico e a viabilidade financeira desse business plan.

Speaker 2:

Por que não? Não é? O problema é que as empresas têm pressa e muitas vezes elas não querem errar. E às vezes é mais difícil você mexer numa cadeia que já está funcionando e operando com 1 margem de lucro ali já super sofrida do que você pensar em novo produto. Mas, por outro lado, ao pensar em novo produto ou novo serviço, por que não já nesse produto fazer com que ele já saia com esse pensamento de 1 cadeia mais circular e não de 1 cadeia linear, pensando na desde a extração da matériaprima aspectos relacionados à governança, a questão da da do impacto da da do meio ambiente, os aspectos socioambientais e a sua viabilidade econômica, né, porque daí vem a outra pergunta inevitável.

Speaker 2:

Ah, mas o consumidor está disposto a pagar mais caro? Depende, né, tudo aquilo que é bom, quando a gente conhece o que é bom, é muito difícil a gente querer voltar pra aquilo que a gente sabe que não é bom, não é mesmo? Então acho que nós temos aí mercados e mercados consumidores para diversos tipos de gostos preferências e públicos e a gente tem exemplo por perto da gente das vinícolas chilenas né eu tive oportunidade de visitar algumas e a gente sabe que o vinho orgânico Chile hoje ele é produzido com 1 qualidade excelente com padrões internacionais de seus e de sustentabilidade e nem por isso é mais caro ou mais barato ou com menos qualidade então existem paradigmas Vitor de novo eu acho que o aspecto cultural ele é o fator mais importante né de transformação dessas mentalidades para que a gente possa ter aí 1 efetividade nas ações que estão relacionadas à produção e consumo sustentável, 0DS 12.

Speaker 1:

Vivian pra finalizar a nossa conversa como alguém que é da área de comunicação, eu sei que você já citou algumas, mas você indicaria alguma empresa no Brasil ou no mundo, que você acha que é referência pros nossos alunos entenderem melhor como trabalhar o ESG? Eu acho que, como a gente é muito carente de certos estudos e discussões como você disse, às vezes olhar a prática de algumas empresas pode ser 1 inspiração pra avançar, pelo menos como encarar, como se provocar pelo que os outros estão fazendo. Então eu sei que você citou algumas mas, você consegue citar outras? Pode ser brasileira, pode ser do mundo, que você acha que vale a pena os nossos alunos observarem?

Speaker 2:

Eu queria falar várias coisas né, não vai dar tempo de falar tudo mas vamos começar pela Apple, a Apple até 2020 até 2030 eles têm plano de atingir, zerar as emissões de carbono, então basta entrar no site dá 1 olhada a Natura tem a visão no 20 30 que é conhecida com compromisso com a vida então eles também tem prazo de 10 anos para poder olhar para as questões mais urgentes do mundo principalmente a questão climática e proteger Amazônia o Itaú que eu adoro assim eu acho que eles são exemplos de muitas coisas boas 1 delas é a finanças sustentáveis Então esse Pilar você falou como a gente pode ter recursos pra fazer a sustentabilidade acontecer, então eles estão projetando mobilizar trilhão de reais de investimento em finanças sustentáveis, ou seja, fomentar negócios por meio de estudos e advocase pro desenvolvimento de novos produtos e serviços e oportunidades de negócios, além de transição climática e NET 0 até 2050 e eles também investem no pilar da diversidade. E aí tem 1 outra coisa que eu quero falar rapidamente, falando em pequenas e médias empresas do Sebrae. A a minha empresa conversa sustentável atende o centro Sebrae de sustentabilidade né, então lá tem 1 série de materiais e documentos disponíveis relacionados a como fazer o a sustentabilidade aplicada à realidade das pequenas e médias empresas Então não é para 1 empresa grande a sustentabilidade ela pode ser aplicada também na realidade dos pequenos e médios negócios no Brasil.

Speaker 2:

E eu queria falar de último documento Vitor, assim fica como dica que é material de apoio de como não fazer greenwashing tá, então existe 1 discussão no mundo é é que é para o combate do greenwashing 1 iniciativa é 1 ferramenta na verdade mundial para que as pessoas no mundo todo possam se mobilizar em relação à produção em consumo sustentável, é 1 iniciativa que tem o apoio da ONU, tá, da UNEP e também da One Planet Network consumer information program. Então o que que eles têm freedwork aonde as pessoas têm todas as diretrizes de como combater a questão do Rio Washington pra quem não sabe Green Washington é verniz verde ou seja é justamente 1 ação infundada sem ter como fazer 1 1 comprovação dessa veracidade das informações. Então nessa ferramenta, ela está em discussão pra que seja aprovada 1 política pública mundial que regule a questão do green washing tá, e isso é 1 iniciativa da América do Sul, do Norte, da Europa Ocidental oriental, na África subsaariana e a Ásia tá. Então, o Brasil está integrado dentro desse documento e dentro desse frameworking, nós temos aí as diretrizes principais para que a gente possa então atuar dentro do ods12 e como são consumo e produção sustentáveis na Então essa ideia é pra que a gente possa fortalecer legislações exigente pra que a gente possa dar informações claras aos nossos consumidores e que a gente possa também auxiliar governos e empresas pra que a gente tenha informações mais transparentes em relação à questão da sustentabilidade.

Speaker 1:

A gente com certeza conseguiria ficar aqui horas e horas conversando sobre é tema fascinante mas Vini eu queria muito te agradecer pelo seu tempo, pela sua disponibilidade porque essa conversa foi incrível, foi prazer.

Speaker 2:

Eu que agradeço, e pra quem também quiser e tiver oportunidade, Sigam Cidades Afetivas no Youtube nós temos também podcast que é o Desvendando S do ESG, obrigada.

Speaker 1:

Então agora é hora de voltar pro hub visual e assistir a nossa próxima aula que é ESG na indústria do vinho. Depois a gente continua a nossa jornada com o podcast olhar pra prática ESG na indústria do vinho brasileira. Bom estudo e até mais. Pósgraduação unicinos.