U24 | PÓS 9 - Salton - DCP 3

What is U24 | PÓS 9 - Salton - DCP 3?

Governança Corporativa e Ética nos Negócios do Vinho

Speaker 1:

Pósgraduação unicinos. Bemvindos a mais episódio do nosso podcast sobre governança corporativa e ética nos negócios. Eu sou a Professora Daniela Pelin, que venho contigo conversando sobre esse tema, e neste episódio nós vamos explorar aí a grande relevância pra todos que acompanham o setor da vitivinícola, o futuro da governança no setor de vinho. Vejam, a governança corporativa ela tem ganhado cada vez mais destaque em diversos setores da economia e com o mercado de vinhos não é diferente. A busca por maior transparência, responsabilidade e sustentabilidade ela está moldando o futuro das vinícolas, desde as pequenas propriedades familiares até as grandes organizações, ninguém escapa.

Speaker 1:

O setor de vinho então que carrega essa rica tradição agora se vê, diante de novos desafios e oportunidades, impulsionados então por cenário que exige essa inovação e essa adaptação. E aí pra começar então eu vou responder a seguinte pergunta relacionado a esse grande tema, né. Né. Quais são as principais tendências em governança e ética nas organizações? Vejam, o futuro da governança corporativa neste setor vitivinícola, ele está passando por essa transformação.

Speaker 1:

As vinícolas por sua vez estão enfrentando desafios crescentes pra manter práticas ou implementar práticas sustentáveis e éticas, ao mesmo tempo em que estão buscando inovação e crescimento. A governança ela é ela que é a estrutura a grande sacada a grande estrutura fundamental pra garantir aí todos os elos amarrados da organização, e garantir aí então consequentemente a confiança dos stakeholders e a sustentabilidade da organização. Por quê? Porque a governança é o sistema que rege a forma como as organizações são geridas, incluindo o risco, transparência e responsabilidade. Por quê?

Speaker 1:

Porque a governança ela é essencial pra garantir essa confiança e a sustentabilidade. Então nesse sentido, as tendências incluem, adoção de práticas sustentáveis, porque é fundamental pra garantir a sustentabilidade no tempo da organização, e alimentar e retroalimentar a confiança dos USAICK e golders. Integração dos fatores sociais e de governança, é outro eixo forte dessa tendência, que é a integração de fatores sociais dentro da governança e tudo isso mais estratégia organizacional, porque é essencial pra garantir então essa responsabilidade social e consequentemente a sustentabilidade, perenidade e longevidade da empresa. A utilização de tecnologias avançadas é uma tendência emergente de ontem, né, Porque a utilização das tecnologias tal como a própria IA e a blockchain, porque podem melhorar aí a transparência e eficiência da governança otimizando os processos, gerindo riscos, custos né, aumentando a eficiência. A diversidade e a inclusão é uma tendência emergente muito forte, porque são fundamentais pra garantir a equidade e a justiça dentro das organizações.

Speaker 1:

E aí por fim então a gestão de riscos que é aí o carrochefe do dia, porque é essencial pra ajudar a a sustentabilidade da organização e essa confiança dos stakeholbes, ok? Outra, né? Como a organização pode conquistar a inovação e o crescimento junto com o compromisso de manter práticas sustentáveis e éticas? Bom, pra conquistar a inovação e o crescimento, juntamente com esse compromisso, a organização deve primeiro investir em inovação, então é recorrente o tema da inovação e da tecnologia em toda a organização, pra garantir competitividade e sustentabilidade, anotar consequentemente as práticas sustentáveis que como fator essencial dessa sustentabilidade e longevidade e confiança. Integrar os fatores sociais e de governança, como eu havia dito, né, porque esses fatores sociais, pensar nas pessoas dentro da estratégia da organização, vai garantir aí compromisso com a responsabilidade social e a sustentabilidade.

Speaker 1:

Utilizar então essas tecnologias avançadas, que que vai melhorar todo o a performance da organização, promover essa diversidade e inclusão como carrochefe. Outra, em termos de sustentabilidade e responsabilidade social, O que a sociedade espera e nos informa para os próximos anos, levando em conta esse futuro da governança para o setor viticultor? Bom, a sociedade espera que as organizações sejam sustentáveis e responsáveis. E aí isto inclui novamente a sustentabilidade ambiental, como garantia e confiança. A responsabilidade social, como garantia de responsabilidade e perenidade e longevidade da organização no tempo.

Speaker 1:

Porque ela vai gerar indicadores de responsabilidade, ela vai gerar indicadores de impacto. EAA transparência como fator, elo de comunicação, por todas as partes interessadas que retroalimenta a engrenagem da confiança. E por fim aí a diversidade e a inclusão, que é aí a narrativa mais forte que nós temos pra gerar essa equidade e a responsabilidade e os impactos positivo, tanto na sociedade, nas pessoas, enfim, nesse ciclo virtuoso de garantir melhor distribuição de justiça social, tratando aí as pessoas de uma forma mais equiparada, uma forma mais equânime. Quais são as principais tendências emergentes em governança, que estão mudando o futuro do vinho, e como as vinícolas podem se adaptar, permanecendo competitivas. Bom, então, adoção das práticas sustentáveis, eu retomo o mesmo discurso, a integração dos fatores sociais e de governança, que não tem como fugir mais disso, porque existe uma cobrança significativa da sociedade e existe uma modelagem de perfil de consumo que já está atento às boas práticas de responsabilidade, já está buscando dados que informem a transparência organizacional e consequentemente, alinhe esses elos de confiança e de fidelidade de todas as pessoas envolvidas aí no processo todo produtivo da organização.

Speaker 1:

Diversidade e inclusão, utilização das tecnologias e a própria gestão de riscos. Bom, e aí de que maneira então a digitalização e as novas tecnologias estão influenciando a governança no setor de vinhos? E quais as práticas inovadoras podem ser adotadas para melhorar essa transparência e eficiência operacional? Vejam que a digitalização e as novas tecnologias, realmente estão transformando a governança porque ela otimiza processos, permitindo melhorar a transparência e eficiência. E aqui eu deixo algumas informações pra vocês, né?

Speaker 1:

O conceito de digitalização é exatamente o processo de transformar processos e informações em formatos digitais. Então, é trabalhar com as metodologias, é trabalhar em rede, rede colaborativa, rede que cocria conjunto e os dados ficam todos ali armazenados em nuvem e à disposição. Qual é o impacto disso? A digitalização, ela vai melhorar a transparência porque os dados estão postos, né, e eles vão sendo acompanhados. E também ganho de eficiência operacional, permitindo então a automatização dos processos e a redução de erros, né?

Speaker 1:

Exemplo disso é a vinícola Salton que implementou todo esse sistema de gestão integrada, que inclui a digitalização dos processos e a clareza das informações. Por outro lado, as novas tecnologias incluem tecnologias como inteligência artificial, blockchain, internet das coisas. Qual é o impacto disso? Bom, quando a organização faz uso de novas tecnologias, ela pode melhorar a transparência e eficiência operacional, então permitindo também a automatização dos processos e redução de erros ganhando aí em processo produtivo. Por exemplo a a vinícola Cooperativa, a vinícola Aurora, fez essa implementação de inteligência artificial e blockchain pra rastreabilidade ganhando na qualidade do produto, na entrega final, respeitando todo ciclo de vida do processo, garantindo qualidade em toda a cadeia produtiva.

Speaker 1:

Em relação às práticas inovadoras, aí a gente pode falar então que as organizações precisam ter essas boas práticas de automatizar os processos, de fazer análise de dados que pode melhorar aí a transparência e eficiência, permitindo uma identificação imediata de áreas de melhoria antes que os erros ocorram. E outra prática inovadora, que é uma prática emergente bastante considerável, que é a comunicação, e essa comunicação com qualidade pra ela atingir a finalidade de comunicar o sentido da organização, da cultura e dos dados, e isso fazer com que as pessoas, as partes interessadas, os shareholders, os stakeholders, adquiram e alimentem a confiança que eles têm têm na organização. Então isso significa, em resumo, que a digitalização dos processos e as novas tecnologias para otimização dos processos, estão transformando a governança no setor de vinhos, permitindo com isso melhorar a transparência e a eficiência. As práticas inovadoras como a automatização de processos repetitivos, a análise de dados pra busca de melhoria imediata e a comunicação eficaz para vínculos de confiança, podem ser adotadas pra melhorar a governança. E com isso então, eu tenho aqui mais episódio, esse podcast que a gente acaba discutindo aí que num futuro né o desempenho que se espera da governança no setor de viticultura, com base por exemplo, se nós levarmos em conta o relatório de sustentabilidade da Salton, os dois né, de dois mil e vinte e dois em dois mil e vinte e três, o que a gente percebe se nós tomarmos esses relatórios como exemplo bom a ser seguido, e aprendido ali com todo o processo de transformação da Saltown, pra levar à governança da organização, levar a sério pra trabalhar todas essas questões, de transparência, confiança, eficiência, otimização, inovação, mantendo aí as a a cultura clássica do vinho junto com os processos, então tudo isso demonstrado em relatórios de sustentabilidade, fica claro que o setor metil vinícola cada vez mais estar consciente do seu papel, não apenas como produtor de vinhos de alta qualidade, mas também como agente de mudança, em questões ambientais, sociais e de governança.

Speaker 1:

Então, assaltou em particular, que é estudo de caso bastante interessante, tem demonstrado ali compromisso crescente com as práticas sustentáveis, e nos relatórios isso está transparente e informado, e os desafios enfrentados ao longo dos últimos anos, mostram que esse é caminho que exige resiliência, inovação e acima de tudo, uma visão clara de futuro, desenhada, mapeada, decidida, discutida e escrita, sistematizada como uma projeto estratégico de futuro. A governança responsável então como nós vimos, não é apenas uma tendência, né? Uma tendência que eu posso ou não optar, eu posso ou não observar e eu posso ou não adquirir o valor que ela oferece. Ela é uma necessidade pra garantir que o setor viticultor continue a prosperar de maneira ética e sustentável porque a sociedade mudou, o mercado vem mudando, os recursos vêm mudando e todas as organizações são chamadas a se transformar pra acompanhar esse ambiente de mudança. A mensagem que fica é que para o futuro, as vinícolas que abraçarem e abraçam a sustentabilidade e a transparência, certamente estarão mais preparadas para enfrentar essas demandas do mercado e atender esses anseios de uma sociedade mais justa.

Speaker 1:

O vinho afinal ele é produto que conecta as pessoas e a terra. E é então o dever das organizações garantir que essa conexão seja cada vez mais equilibrada e respeitosa. Então vejam que, o futuro da governança no setor de vinhos, pra uma setor que explora atividade econômica intimamente conectado com a Terra, e uma sociedade que passa por processo de mudança de cultura inclusive cultura de cultivo, cultura econômica, cultura de pensamento, de reflexão, cultura de solidariedade e que coloca as organizações no centro da atenção, pra que as organizações também adquiram a mesma cultura da sociedade, isso só consegue ser implementado nas organizações, caso elas adotem processos de governança. É a governança que é responsável por estruturar todo esse sistema de sustentabilidade, de equidade, de diversidade, de inovação, de transparência, de confiança, de ganho de eficiência produtiva, de redução de custos, de gestão de riscos. Sem a governança, sem a organização, montar o seu esquema, montar o seu processo, montar o seu sistema de autogoverno, de auto e direção, ela certamente não conseguirá se enquadrar neste novo modelo contemporâneo de sociedade e de relacionamento organizacional, seja na parte interna ou na parte externa.

Speaker 1:

Então, esse processo de transformação, esse processo de conscientização que começa pelo pelos pelos conselhos, pelos sócios, pelos acionista, por aqueles que decidem pela organização. É por ali que começa o processo de transformação, é por ali que se entende essa tendência do futuro da governança EE0 futuro da governança está a depender do futuro da organização, o futuro que a organização escolhe construir para si, né? Então quando a gente fala de metas de longo prazo, médio prazo, curto prazo, a organização está pensando em projetos futuros de continuidade, perenidade e longevidade no tempo. Então pra ela tomar essas decisões hoje, ela não toma só decisões levando em conta fatores internos. Ela leva em conta este cenário externo, que traz pra dentro da tomada de decisão cenário de mudança.

Speaker 1:

Uma zona de desconforto, pra que a organização repense todo o seu modelo se ela quiser continuar desenhando futuro e colher os frutos desse futuro. Então com isso meus amigos, essa é a mensagem de futuro da governança que eu deixo pra vocês aqui registrado nesse episódio, desejando a todos uma boa jornada. Pósgraduação unicinos.